Copio aqui o que escrevi no fórum do SBB sobre o filme:
*******
Então, fui ver Tropa de Elite com a Cristina no cinema. O filme é absolutamente genial.
Mas, curiosamente (quer dizer, não tão curiosamente assim, depois explico o motivo), boa parte do debate sobre o filme está centrado numa coisa que eu considero secundária: o comportamento do capitão Nascimento, as torturas e tal. Eu não acho que a alma do filme esteja aí.
Na verdade, o principal recado do filme está em duas cenas emblemáticas. A primeira é aquela em que o capitão Nascimento esfrega a cara do "estudante" no corpo do traficante que o Bope acabou de matar, perguntando "você sabe quem matou esse sujeito?". A outra cena é aquela em que o tenente Matos interrompe a passeata em homenagem à ONGueira executada pelo Baiano. Porque o principal do filme é justamente isso: a classe média/média-alta/alta consumidora de drogas é que financia o tráfico. Ora raios, de onde vem a grana que o tráfico usa para comprar armamento que, em qualquer outro país, só é usado em guerra? Certamente não é do rendimento das ações da Vale que os traficantes compraram usando o FGTS. E também não é dos trocados que os meninos de rua pagam por uma pedra de crack; é da venda da droga que sacia o vício daqueles que podem pagar bem por ela.
E isso explica por que, como eu disse no começo, tem gente que prefere desviar o debate para as torturas praticadas pelo capitão Nascimento - para não ter de admitir qual é o maior aviso que Tropa de Elite passa. As pessoas que não gostaram do filme e o criticaram publicamente podem ter vários motivos para isso, mas aposto minha Crop-a-Dile que muitos dos que malham o filme agora fazem isso porque a carapuça serviu. Não gostaram de ser desmascarados como financiadores do tráfico.
Pois bem, daí deriva uma segunda discussão, que o filme não aborda. E se legalizar a venda e o consumo de drogas, a violência ligada ao tráfico não acabaria?
Aí é que está: então teria que se legalizar tudo, porque se certas drogas (vamos supor, as mais fortes) continuassem ilegais, o tráfico continuaria existindo. Se, por exemplo, fosse permitido comprar só uma certa quantidade (como já vi sugerido em comunidades de Orkut), o tráfico continuaria existindo para suprir a necessidade/vontade do viciado que desejasse mais que a quantidade máxima permitida para venda legalizada. Então a legalização teria de ser ampla, geral e irrestrita.
Depois, que a legalização e qualquer política de redução de danos, como distribuir seringa para viciados não se contaminarem com o HIV, esconde uma grande perversidade que vou explicar mais adiante.
Todos concordamos que a droga acaba com quem a usa. Pois bem, aí vem o cara da redução de danos e diz "ah, vamos distribuir seringas, aí o viciado pode se entupir de cocaína, mas pelo menos não pega Aids", ou "ah, vamos legalizar, porque aí o povo vai se entupir de droga, mas pelo menos não vamos ter mais bala perdida em confronto de polícia e traficante". Claro que não dizem com essas palavras, mas na prática é isso aí.
O que o cara da redução de danos faz é dividir o mundo em dois tipos de pessoa: o que é gente boa e não merece pagar pelas burradas dos outros (por exemplo, o cara honesto que não merece levar uma bala perdida num tiroteio, ou a namorada do viciado em droga injetável que não merece pegar Aids do namorado que compartilhou seringa); e o que pode se degradar à vontade, desde que não prejudique o pessoal do primeiro grupo. "O sujeito quer cheirar cocaína até sair pela orelha? Problema dele; importa é que não passe doença pra ninguém". Só que, para quem acredita na dignidade de todo ser humano, é inaceitável dividir o mundo assim.
Além do mais, eu particularmente tenho para mim que uma das funções da lei é proteger o cidadão - inclusive protegê-lo de si próprio. Muita gente pede a legalização de certos comportamentos ou atitudes "porque todo mundo já faz mesmo", que continuar proibindo isso ou aquilo é hipocrisia, utopia, sei lá eu. Mas se legalizarmos o consumo de drogas, que Estado é esse que permite que a pessoa acabe consigo mesma?
E, à medida que se vai permitindo isso ou aquilo, começa uma espiral de degradação da sociedade. Hoje você permite o comportamento x; em 2017, vão começar a pressionar pela legalização do comportamento y, que em 2007 é considerado uma aberração; em 2027 vão querer permitir o comportamento z, que em 2017 era visto como absurdo; e por aí vai, até regredirmos à barbárie completa.
Basta ver, por exemplo, o que o Estado alemão fez na década de 30: era permitido discriminar judeus (e fazer horrores com eles); ou o Estado norte-americano e sul-africano até poucas décadas atrás: era permitido discriminar negros. Quanto uma lei determina o que é proibido ou permitido, é como se o Estado traçasse uma linha dizendo "passou daqui, é ruim para você, ou ruim para a sociedade". Nesses países em que se afrouxou a linha, sempre foi para o lado mais permissivo: era permitido matar, era permitido discriminar. E agora, querem justamente que o Brasil faça a mesma coisa: mude a linha para o lado da permissividade. É coisa de quem não pensa nas conseqüências.
Desculpem o post longo, mas meu objetivo é fazer pensar mesmo.
Um pioneiro pela igualdade de gênero no scrapbooking
28 de outubro de 2007
25 de outubro de 2007
Alguns vídeos do Celebrate Humanity
No post anterior, falei de alguns comerciais do Comitê Olímpico Internacional. Bom, fui procurar no YouTube alguns deles. Infelizmente, da campanha da olimpíada de inverno de 2006 só achei dois:
um do Hermann Maier (um esquiador austríaco, Turim pode ter sido sua última vez em Jogos Olímpicos, pelo menos ele levou uma medalha), mas narrado em inglês:
E o Gigante, um dos meus preferidos, com a narração em italiano:
Finalmente, um usuário brasileiro do YouTube pegou seis dos vídeos, juntou e legendou. Só o Sorriso acho que aproveitaram na campanha de 2006. O texto do Gigante é igual ao da versão de inverno, mas as imagens são diferentes:
Fico devendo pra vocês, no entanto, as versões de inverno do Adversário. E também havia outros filminhos, inclusive um sobre o time jamaicano de bobsled, que eu não achei em lugar nenhum.
um do Hermann Maier (um esquiador austríaco, Turim pode ter sido sua última vez em Jogos Olímpicos, pelo menos ele levou uma medalha), mas narrado em inglês:
E o Gigante, um dos meus preferidos, com a narração em italiano:
Finalmente, um usuário brasileiro do YouTube pegou seis dos vídeos, juntou e legendou. Só o Sorriso acho que aproveitaram na campanha de 2006. O texto do Gigante é igual ao da versão de inverno, mas as imagens são diferentes:
Fico devendo pra vocês, no entanto, as versões de inverno do Adversário. E também havia outros filminhos, inclusive um sobre o time jamaicano de bobsled, que eu não achei em lugar nenhum.
24 de outubro de 2007
Duas páginas olímpicas
Recentemente comecei a trabalhar na primeira parte do projeto olímpico, as páginas sobre os Jogos Olímpicos em si, os esportes a que assisti, essas coisas. Pois bem, já temos coisas prontas!
Três páginas serão sobre o espírito olímpico, os símbolos dos Jogos (tenho muitas fotos da pira, por exemplo), talvez os mascotes... a primeira delas está pronta. É bem simplezinha, mas ela é importante por causa do texto.
O Comitê Olímpico Internacional tem uma série de comerciais para televisão chamados Celebrate Humanity. Os de Turim tinham versão em italiano e inglês. São muito bonitos, pena que o site oficial dos Jogos de Turim tirou tudo do ar. O texto que vai na página é um dos meus preferidos. Vejam só:

O texto diz:
Você é meu adversário, mas não meu inimigo.
É a sua resistência a me dar força, a sua vontade me dá coragem. O seu espírito me enobrece.
E, mesmo que me objetivo seja vencê-lo, se eu alcançá-lo, não o humilharei. Pelo contrário, lhe prestarei homenagens, porque se você não existisse, também não existiria o meu mérito.
Mas agora vamos para a competição!
O curling é um dos esportes mais curiosos dos Jogos Olímpicos de Inverno. Para muitos, um dos mais chatos também. Mas eu penso bem o contrário disso. Uma partida de curling é emocionante, cheia de estratégia, mas também exige precisão e pode ter jogadas espetaculares. Vou dedicar ao curling duas páginas, mas por enquanto só a primeira está pronta. É nela que eu explico como é uma partida, como se contam os pontos, e tal.

Ficou parecendo um infográfico de jornal, modéstia à parte. O desenho com a pista de curling e os jogadores eu peguei na internet e imprimi em papel branco. Ao redor dele eu distribuí as outras imagens. A outra pista, com os círculos direitinho, fiz eu mesmo no PageMaker. Depois foi só fazer as "pedras" com cardstock e colar com fita banana.
Reparem nas tags, elas são padrão para toda essa parte do álbum olímpico, sempre com os anéis, e pregadas com ilhós de floco de neve.
O título foi feito na fonte Krystal, que peguei no DaFont. Na verdade, o cardstock é da cor do floco de neve, verde claro. Imprimi por cima dele em verde escuro e cortei as letras com tesoura depois. Gostei do efeito.
Existe uma segunda página sobre curling, mas ainda não está pronta.
Três páginas serão sobre o espírito olímpico, os símbolos dos Jogos (tenho muitas fotos da pira, por exemplo), talvez os mascotes... a primeira delas está pronta. É bem simplezinha, mas ela é importante por causa do texto.
O Comitê Olímpico Internacional tem uma série de comerciais para televisão chamados Celebrate Humanity. Os de Turim tinham versão em italiano e inglês. São muito bonitos, pena que o site oficial dos Jogos de Turim tirou tudo do ar. O texto que vai na página é um dos meus preferidos. Vejam só:

O texto diz:
Você é meu adversário, mas não meu inimigo.
É a sua resistência a me dar força, a sua vontade me dá coragem. O seu espírito me enobrece.
E, mesmo que me objetivo seja vencê-lo, se eu alcançá-lo, não o humilharei. Pelo contrário, lhe prestarei homenagens, porque se você não existisse, também não existiria o meu mérito.
Mas agora vamos para a competição!
O curling é um dos esportes mais curiosos dos Jogos Olímpicos de Inverno. Para muitos, um dos mais chatos também. Mas eu penso bem o contrário disso. Uma partida de curling é emocionante, cheia de estratégia, mas também exige precisão e pode ter jogadas espetaculares. Vou dedicar ao curling duas páginas, mas por enquanto só a primeira está pronta. É nela que eu explico como é uma partida, como se contam os pontos, e tal.

Ficou parecendo um infográfico de jornal, modéstia à parte. O desenho com a pista de curling e os jogadores eu peguei na internet e imprimi em papel branco. Ao redor dele eu distribuí as outras imagens. A outra pista, com os círculos direitinho, fiz eu mesmo no PageMaker. Depois foi só fazer as "pedras" com cardstock e colar com fita banana.
Reparem nas tags, elas são padrão para toda essa parte do álbum olímpico, sempre com os anéis, e pregadas com ilhós de floco de neve.
O título foi feito na fonte Krystal, que peguei no DaFont. Na verdade, o cardstock é da cor do floco de neve, verde claro. Imprimi por cima dele em verde escuro e cortei as letras com tesoura depois. Gostei do efeito.
Existe uma segunda página sobre curling, mas ainda não está pronta.
Atualização dos links
Bom, depois de muitos e muitos meses acrescentei mais scrappers à lista de links aí do lado. Se você não está aí, ou se o seu link tem algum erro, deixe comentário reclamando que consertarei rapidinho.
Também acrescentei uma pequena seção de links que não têm relação com scrap, mas que eu estou sempre lendo porque acho interessantes.
Também acrescentei uma pequena seção de links que não têm relação com scrap, mas que eu estou sempre lendo porque acho interessantes.
16 de outubro de 2007
Voltei, mas não vou entregar todo o prometido
Então, a Oktober foi muito boa (ainda não baixei as fotos), o curso do Todos Pela Educação também foi ótimo. E estou de volta a casa depois de dois vôos absolutamente sem transtornos, pousando em e decolando de Congonhas.
Prometi quatro páginas olímpicas. Só vou poder entregar uma - é que as outras três ainda precisam ser fotografadas, e à noite isso é difícil, nunca consegui fotografar decentemente uma página de scrap com flash.
Então, segue a página do Agostino:

Se vocês lembram das outras páginas de fundo vermelho do álbum olímpico, sabem que essa parte é sobre os amigos que fiz lá. Até agora, vocês só tinham visto páginas vermelhas com temas gerais, mas o planejamento também inclui páginas sobre pessoas em específico, e a primeira delas é a do Agostino, ou "Nonno Ago", como a gente o chamava - por isso o chipboard em negativo nas três primeiras letras.
Falando em chipboard, esse foi o primeiro título que fiz usando chipboard pintado. Quem me deu as dicas foi a Renata Moni, que tem vários títulos de páginas que são um show, colocando efeito nas letras e tudo (eu preferi uma abordagem mais simples, até porque era a primeira vez).
Vocês também devem ter percebido que todos os detalhes da página (ilhoses, título, o outro chipboard, texto, a moldura da foto principal) são em azul. Uma coisa que eu adoro fazer em scrap é jogar com significados - de formas e cores. No caso, a combinação do azul dos detalhes com o vermelho que predomina no fundo forma as cores do Cagliari, o time de futebol preferido do Agostino.
E por hoje é só - quem sabe ainda essa semana tem mais!
Prometi quatro páginas olímpicas. Só vou poder entregar uma - é que as outras três ainda precisam ser fotografadas, e à noite isso é difícil, nunca consegui fotografar decentemente uma página de scrap com flash.
Então, segue a página do Agostino:

Se vocês lembram das outras páginas de fundo vermelho do álbum olímpico, sabem que essa parte é sobre os amigos que fiz lá. Até agora, vocês só tinham visto páginas vermelhas com temas gerais, mas o planejamento também inclui páginas sobre pessoas em específico, e a primeira delas é a do Agostino, ou "Nonno Ago", como a gente o chamava - por isso o chipboard em negativo nas três primeiras letras.
Falando em chipboard, esse foi o primeiro título que fiz usando chipboard pintado. Quem me deu as dicas foi a Renata Moni, que tem vários títulos de páginas que são um show, colocando efeito nas letras e tudo (eu preferi uma abordagem mais simples, até porque era a primeira vez).
Vocês também devem ter percebido que todos os detalhes da página (ilhoses, título, o outro chipboard, texto, a moldura da foto principal) são em azul. Uma coisa que eu adoro fazer em scrap é jogar com significados - de formas e cores. No caso, a combinação do azul dos detalhes com o vermelho que predomina no fundo forma as cores do Cagliari, o time de futebol preferido do Agostino.
E por hoje é só - quem sabe ainda essa semana tem mais!
11 de outubro de 2007
Vou, mas volto
Hoje me mando pra Blumenau, curtir a Oktoberfest com a Cristina. Volto para Curitiba no domingo à noite, mas segunda de madrugada já saio de novo, agora para São Paulo, fazer um curso sobre Jornalismo e Educação, que termina na terça.
Mas, nas cenas do próximo capítulo... se der tempo domingo à noite, ou no mais tardar terça à noite, quatro páginas do álbum olímpico pra vocês!
Enquanto isso, divirtam-se revendo velhos LOs do blog, visitando a minha galeria do SBB (lembrem-se, lá tem páginas do álbum da Cristina que não estão no blog), e deixando comentários!
Mas, nas cenas do próximo capítulo... se der tempo domingo à noite, ou no mais tardar terça à noite, quatro páginas do álbum olímpico pra vocês!
Enquanto isso, divirtam-se revendo velhos LOs do blog, visitando a minha galeria do SBB (lembrem-se, lá tem páginas do álbum da Cristina que não estão no blog), e deixando comentários!
10 de outubro de 2007
"Quando as coisas não funcionarem direito, leia o manual"
Vocês conhecem a lei de Murphy, certo? Uma vez eu li na escola de inglês do meu pai uma série de frases relacionadas, conseqüências dessa lei (tipo "amigos vêm e vão; inimigos se acumulam"), e o título desse post no blog era uma delas.
Pois é - não li o manual da Crop-A-Dile antes de usar e perdi uma meia dúzia de ilhoses (inclusive uns de floco de neve) por não ter visto que o alicate estava configurado para prender ilhós de 3/16, e não 1/8 de polegada - coisa que só descobri lendo o manual, obviamente.
Ainda bem que as páginas não sofreram dano.
Pois é - não li o manual da Crop-A-Dile antes de usar e perdi uma meia dúzia de ilhoses (inclusive uns de floco de neve) por não ter visto que o alicate estava configurado para prender ilhós de 3/16, e não 1/8 de polegada - coisa que só descobri lendo o manual, obviamente.
Ainda bem que as páginas não sofreram dano.
7 de outubro de 2007
Um crop em setembro e um brinquedinho
(aviso: post longo, muitas fotos)
Dou um tempo nas páginas da Cristina para contar do crop ocorrido há mais de um mês (que vergonha esse atraso!) no prédio da Flávia Geórgia. Uma tarde divertidíssima em que a Solange, além de providenciar um bolo de comer ajoelhado, ainda nos ensinou a fazer o seguinte mini-álbum:


Como vocês podem ver, ainda não usei o meu (a foto é de hoje)... aliás, por minha causa a Solange teve de escolher papéis mais, digamos, "neutros" para o blog. Para as meninas, a desculpa virou fazer um álbum para dar de presente a maridos, namorados e outros espécimes do sexo masculino. No meu caso, ficou sendo um álbum para eu dar de presente a mim mesmo. É simpático e simples: você cola a foto do lado de fora dos envelopinhos, e coloca o journaling dentro dos envelopinhos.
O laço de fita ainda está esperando uma versão definitiva da Cristina.
Como eu disse, a ocasião foi divertidíssima. Vejam algumas fotos:






O segundo crop já está marcado para o fim desse mês.
Uma coisa interessante do crop é que nele eu conheci uma coisa muito interessante, um alicate gigante chamado Crop-A-Dile, que entre outras coisas prende ilhós na página de um jeito muito mais prático que a ferramenta tradicional. Achei muito bom, vocês já sabem que os ilhoses não gostam muito de mim.
Pois bem, outro dia estava no Ebay olhando papel e achei Crop-A-Dile com preço bom. Dei lance, e ganhei. Obviamente que comprei a de cabo verde-limão, porque rosa também não dá. Chegou quinta-feira passada!


(não, não resolvi colocar brincos de ilhós. Isso é apenas uma brincadeira. Não tente fazer isso a sério)
Mas, voltando às páginas, espero avançar no álbum olímpico essa semana. Esperem e confiem.
Dou um tempo nas páginas da Cristina para contar do crop ocorrido há mais de um mês (que vergonha esse atraso!) no prédio da Flávia Geórgia. Uma tarde divertidíssima em que a Solange, além de providenciar um bolo de comer ajoelhado, ainda nos ensinou a fazer o seguinte mini-álbum:


Como vocês podem ver, ainda não usei o meu (a foto é de hoje)... aliás, por minha causa a Solange teve de escolher papéis mais, digamos, "neutros" para o blog. Para as meninas, a desculpa virou fazer um álbum para dar de presente a maridos, namorados e outros espécimes do sexo masculino. No meu caso, ficou sendo um álbum para eu dar de presente a mim mesmo. É simpático e simples: você cola a foto do lado de fora dos envelopinhos, e coloca o journaling dentro dos envelopinhos.
O laço de fita ainda está esperando uma versão definitiva da Cristina.
Como eu disse, a ocasião foi divertidíssima. Vejam algumas fotos:






O segundo crop já está marcado para o fim desse mês.
Uma coisa interessante do crop é que nele eu conheci uma coisa muito interessante, um alicate gigante chamado Crop-A-Dile, que entre outras coisas prende ilhós na página de um jeito muito mais prático que a ferramenta tradicional. Achei muito bom, vocês já sabem que os ilhoses não gostam muito de mim.
Pois bem, outro dia estava no Ebay olhando papel e achei Crop-A-Dile com preço bom. Dei lance, e ganhei. Obviamente que comprei a de cabo verde-limão, porque rosa também não dá. Chegou quinta-feira passada!


(não, não resolvi colocar brincos de ilhós. Isso é apenas uma brincadeira. Não tente fazer isso a sério)
Mas, voltando às páginas, espero avançar no álbum olímpico essa semana. Esperem e confiem.
27 de setembro de 2007
Mesniversário
Bom, gente, hoje a Cristina e eu fazemos 1 ano e 4 meses, então vou deixar dois layouts duplos do nosso álbum para vocês em homenagem à data.
O primeiro deles é praticamente o início do álbum - são as primeiras páginas que aparecem depois da apresentação, e faz muito sentido: as páginas se chamam Cristina antes do Marcio e Marcio antes da Cristina. Como vocês podem imaginar, são fotos nossas em várias situações antes de nos conhecermos.
Não tem nada de muito especial em termos de técnica - até porque essas foram algumas das minhas primeiras páginas de scrap. O que tem de mais trabalhoso aí são os nossos nomes, cortados com estilete no cardstock (imprimi espelhado no verso para poder cortar). A fonte do nome da Cristina é a Ballpark, e a do meu nome é a Rabbit Ears, ambas retiradas do DaFont. Aí foi só escrever uma pequena biografia de ambos direto no papel. O da Cristina saiu meio tortinho, e isso inclusive motivou um tópico meu no ScrapbookBrasil sobre errinhos que tornam as páginas mais, digamos, "humanas".
Então, confiram aí:



Agora, um outro LO duplo que, embora também esteja bem no começo do álbum, e esteja também entre as minhas primeiras páginas, é mais elaborado. Fala do nosso primeiro fim de semana juntos. O título, que coloquei bem no meio pra dar uma variada, é daquela música da Ana Carolina e do Seu Jorge, que por sua vez é versão de uma outra. A Cristina adora a música, eu também gosto, e esse verso tem tudo a ver com o que foi esse fim de semana. Esse título foi também impresso espelhado no verso do cardstock e cortado com estilete, para admiração de quem viu o trabalho pessoalmente (sim, é cansativo pacas, mas o resultado compensa).
Como vocês podem ver, tem as "memorabilia": a minha passagem Curitiba-Blumenau, e os ingressos do cinema, que a Cristina guardou e me deu vários meses depois (sei lá o que ela estava achando que eu podia fazer com os ingressos...). Também tem fotos recortadas, e adesivos Jolee's de comida. E depoimentos de Orkut, impressos em papel branco 120g, e umas carimbadas...
Outra coisa interesante é o papel. Essas folhas, que também têm tudo a ver com o tema, foram sugestão da Pollyana, uma vendedora que não trabalha mais na Scraperia, mas que acompanhou por muito tempo a construção do álbum. Pena que ela não pôde vê-lo completo, pois perdemos contato quando ela saiu da loja.
E um detalhe que eu particularmente adoro: a prancheta (Rob and Bob Studio).
Confiram, então:



Semana que vem tem mais!
O primeiro deles é praticamente o início do álbum - são as primeiras páginas que aparecem depois da apresentação, e faz muito sentido: as páginas se chamam Cristina antes do Marcio e Marcio antes da Cristina. Como vocês podem imaginar, são fotos nossas em várias situações antes de nos conhecermos.
Não tem nada de muito especial em termos de técnica - até porque essas foram algumas das minhas primeiras páginas de scrap. O que tem de mais trabalhoso aí são os nossos nomes, cortados com estilete no cardstock (imprimi espelhado no verso para poder cortar). A fonte do nome da Cristina é a Ballpark, e a do meu nome é a Rabbit Ears, ambas retiradas do DaFont. Aí foi só escrever uma pequena biografia de ambos direto no papel. O da Cristina saiu meio tortinho, e isso inclusive motivou um tópico meu no ScrapbookBrasil sobre errinhos que tornam as páginas mais, digamos, "humanas".
Então, confiram aí:



Agora, um outro LO duplo que, embora também esteja bem no começo do álbum, e esteja também entre as minhas primeiras páginas, é mais elaborado. Fala do nosso primeiro fim de semana juntos. O título, que coloquei bem no meio pra dar uma variada, é daquela música da Ana Carolina e do Seu Jorge, que por sua vez é versão de uma outra. A Cristina adora a música, eu também gosto, e esse verso tem tudo a ver com o que foi esse fim de semana. Esse título foi também impresso espelhado no verso do cardstock e cortado com estilete, para admiração de quem viu o trabalho pessoalmente (sim, é cansativo pacas, mas o resultado compensa).
Como vocês podem ver, tem as "memorabilia": a minha passagem Curitiba-Blumenau, e os ingressos do cinema, que a Cristina guardou e me deu vários meses depois (sei lá o que ela estava achando que eu podia fazer com os ingressos...). Também tem fotos recortadas, e adesivos Jolee's de comida. E depoimentos de Orkut, impressos em papel branco 120g, e umas carimbadas...
Outra coisa interesante é o papel. Essas folhas, que também têm tudo a ver com o tema, foram sugestão da Pollyana, uma vendedora que não trabalha mais na Scraperia, mas que acompanhou por muito tempo a construção do álbum. Pena que ela não pôde vê-lo completo, pois perdemos contato quando ela saiu da loja.
E um detalhe que eu particularmente adoro: a prancheta (Rob and Bob Studio).
Confiram, então:



Semana que vem tem mais!
12 de setembro de 2007
Boas festas
Nesse dia negro para o Brasil, em que 46 senadores me deixaram com vergonha de ser brasileiro, continuo acertando minhas pendências com as amigas leitoras e colocando páginas do álbum da Cristina.
Por isso o título do post. Ainda não é fim de ano, obviamente, mas quero mostrar as vocês as páginas que fiz sobre as festas de 2006.
Natal: se por um lado resolvi dar um tempo ao journaling em papel vegetal e aos títulos em transparência, todos pregados com ilhós, por outro lado tive uma grande aventura com essa árvore e essas lampadinhas, tudo Jolee's.

O problema com as lampadinhas foi deixar a linha esticada, o que, como se pode ver, eu não consegui. Primeiro tinha que colar a linha em uma das bailarinas e esperar secar; depois, ir pregando as outras bailarinas com o cuidado de passar a linha no meio das perninhas antes de fixar. Por fim, quando chegava de volta à bailarina inicial, mais um pingo de cola, esperar secar, e aí fincar tudo de vez na página, e torcer pra não soltar (até hoje não soltou).
O caso da árvore foi um pouco mais complicado, pois envolveu fazer esse triângulo de papel (e ele não é uma peça maciça porque o papel usado era composto por várias tirinhas com desenhos natalinos), medir muuuuuuito essas duas fotos para colar direito, e ainda colocar a árvore de Natal por cima com cuidado para não deixar espaço entre árvore e fotos, mas também pra não deixar a árvore cobrir partes importantes das fotos. E, para completar, mais bailarina e lampadinhas.
Ano novo: depois da trabalheira que foi o Natal, admito: planejei algo mais simples pro Ano Novo. Quando vi esse papel preto (esqueci o fabricante) pensei "mas que coisa, papel de reveillon preto?", e logo depois "hmmm, interessante!", e comprei esse de fundo, mais um outro que também vinha com tirinhas - foi assim que fiz as molduras das fotos e a parte onde colei o Feliz 2007 com letras de EVA daquela linha Thickers, da American Crafts (mão na roda, essas letras de EVA... tenho uns quatro ou cinco alfabetos desses em casa). Segue então para vocês verem:

Amanhã tem mais!
Por isso o título do post. Ainda não é fim de ano, obviamente, mas quero mostrar as vocês as páginas que fiz sobre as festas de 2006.
Natal: se por um lado resolvi dar um tempo ao journaling em papel vegetal e aos títulos em transparência, todos pregados com ilhós, por outro lado tive uma grande aventura com essa árvore e essas lampadinhas, tudo Jolee's.

O problema com as lampadinhas foi deixar a linha esticada, o que, como se pode ver, eu não consegui. Primeiro tinha que colar a linha em uma das bailarinas e esperar secar; depois, ir pregando as outras bailarinas com o cuidado de passar a linha no meio das perninhas antes de fixar. Por fim, quando chegava de volta à bailarina inicial, mais um pingo de cola, esperar secar, e aí fincar tudo de vez na página, e torcer pra não soltar (até hoje não soltou).
O caso da árvore foi um pouco mais complicado, pois envolveu fazer esse triângulo de papel (e ele não é uma peça maciça porque o papel usado era composto por várias tirinhas com desenhos natalinos), medir muuuuuuito essas duas fotos para colar direito, e ainda colocar a árvore de Natal por cima com cuidado para não deixar espaço entre árvore e fotos, mas também pra não deixar a árvore cobrir partes importantes das fotos. E, para completar, mais bailarina e lampadinhas.
Ano novo: depois da trabalheira que foi o Natal, admito: planejei algo mais simples pro Ano Novo. Quando vi esse papel preto (esqueci o fabricante) pensei "mas que coisa, papel de reveillon preto?", e logo depois "hmmm, interessante!", e comprei esse de fundo, mais um outro que também vinha com tirinhas - foi assim que fiz as molduras das fotos e a parte onde colei o Feliz 2007 com letras de EVA daquela linha Thickers, da American Crafts (mão na roda, essas letras de EVA... tenho uns quatro ou cinco alfabetos desses em casa). Segue então para vocês verem:

Amanhã tem mais!
Aviso
Agora que estou comecei a pôr no blog as páginas do álbum da Cristina, lembro às poucas leitoras que também estou atualizando minha galeria no ScrapbookBrasil, e pretendo mandar páginas diferentes lá e aqui, para não ficar repetitivo. Então, se você tem conta no fórum, pode ver mais álbum da Cristina lá. Se você ainda não faz parte, é só se cadastrar. O endereço da minha galeria está aí na coluna da direita.
11 de setembro de 2007
Finalmente - tenho a internet de volta em casa!
Depois de muitas idas e vindas, telefonemas, um técnico de suporte da VRS que achava que podia resolver tudo por telefone (e ainda escreveu, no recado em que pedia a um outro técnico para vir aqui no apartamento verificar, que achava que a visita não adiantaria nada), descobrimos: a placa de rede onboard está com algum problema que a faz desconectar e conectar rapidamente, o que já era suficiente para derrubar a net.
Então comprei uma nova placa de rede, aproveitei para passar de 256Mb para 1Gb de RAM - mas a impressão é de que o micro continua com a mesma velocidade - e estou de volta! Assim, cumpro a promessa e mostro a vocês...
O álbum da Cristina!
Começo com algumas páginas que estão mais pro fim do álbum, sobre nossas férias no Rio de Janeiro. Em comum, todas elas têm
o papel Rio de Janeiro da Repeteco, definitivamente o mais bonito da linha Cidades
títulos tirados de obras do Vinicius de Moraes, meu poeta preferido, impressos em transparência
journaling em papel vegetal pregado com ilhós, para meu desespero (vocês já sabem que minha relação com ilhoses não é das melhores).
Agora, vamos às páginas
A primeira é uma homenagem ao Rio em geral, alguns lugares bacanas que visitamos, como a Ilha Fiscal (foto grande recortada), o Mosteiro de São Bento, o Espaço Cultural da Marinha e o Teatro Municipal:

Na segunda página, mostro os dois clássicos do Rio: o Corcovado e o Pão de Açúcar, que não deixamos de visitar, claro! Aproveito para incluir uma foto de um forte em Niterói, que dá pra ver do Pão de Açúcar, mas visitamos depois:

A terceira página é uma homenagem aos nossos amigos cariocas e fluminenses (o Marcelo é de Niterói), que nos hospedaram ou que encontramos (alguns pela primeira vez) durante nossa viagem:

E, encerrando o passeio pela Cidade Maravilhosa, um bate-perna por Ipanema, onde almoçamos no Garota de Ipanema (na época em que o Vinicius e o Tom freqüentavam, o local se chamava Veloso) e fomos servidos pelo mesmo garçom que atendia o poetinha!

Por enquanto é isso. Estou contente por ter a net de volta em casa, e vou colocando as coisas em dia aos poucos.
Então comprei uma nova placa de rede, aproveitei para passar de 256Mb para 1Gb de RAM - mas a impressão é de que o micro continua com a mesma velocidade - e estou de volta! Assim, cumpro a promessa e mostro a vocês...
O álbum da Cristina!
Começo com algumas páginas que estão mais pro fim do álbum, sobre nossas férias no Rio de Janeiro. Em comum, todas elas têm
Agora, vamos às páginas
A primeira é uma homenagem ao Rio em geral, alguns lugares bacanas que visitamos, como a Ilha Fiscal (foto grande recortada), o Mosteiro de São Bento, o Espaço Cultural da Marinha e o Teatro Municipal:

Na segunda página, mostro os dois clássicos do Rio: o Corcovado e o Pão de Açúcar, que não deixamos de visitar, claro! Aproveito para incluir uma foto de um forte em Niterói, que dá pra ver do Pão de Açúcar, mas visitamos depois:

A terceira página é uma homenagem aos nossos amigos cariocas e fluminenses (o Marcelo é de Niterói), que nos hospedaram ou que encontramos (alguns pela primeira vez) durante nossa viagem:

E, encerrando o passeio pela Cidade Maravilhosa, um bate-perna por Ipanema, onde almoçamos no Garota de Ipanema (na época em que o Vinicius e o Tom freqüentavam, o local se chamava Veloso) e fomos servidos pelo mesmo garçom que atendia o poetinha!

Por enquanto é isso. Estou contente por ter a net de volta em casa, e vou colocando as coisas em dia aos poucos.
14 de agosto de 2007
Problemas na net em casa
Minha banda larga cai dois minutos depois de fazer a conexão, e isso já dura mais de uma semana. Pena, porque estou cheio de coisas pra mostrar, as páginas do álbum da Cristina, algumas novidades.
Mas, enquanto isso, vocês podem ler os blogs das minhas amigas scrappers (todos listados aí do lado), e, para informação de qualidade sobre o momento triste que o Brasil vive nas mãos do PT, tem o Reinaldo Azevedo. Para se divertir dando risada de comunistas, tem o hilário Opinião Popular, que satiriza o modo socialista de "pensar" (entre aspas, porque estou convicto de que socialismo danifica o cérebro) e ver o mundo.
Mas, enquanto isso, vocês podem ler os blogs das minhas amigas scrappers (todos listados aí do lado), e, para informação de qualidade sobre o momento triste que o Brasil vive nas mãos do PT, tem o Reinaldo Azevedo. Para se divertir dando risada de comunistas, tem o hilário Opinião Popular, que satiriza o modo socialista de "pensar" (entre aspas, porque estou convicto de que socialismo danifica o cérebro) e ver o mundo.
18 de julho de 2007
A culpa é toda sua, presidente covarde!
Nunca na história dessa república morreu tanta gente voando como nesses dez meses. E agora querem fazer a gente acreditar que a culpa foi toda do piloto.
Enquanto isso, Lula cancelou os compromissos. Vai operar um olho, é a versão oficial. Pelo jeito, foi pra isso que o presidente convocou reunião do "gabinete de crise" ontem à noite - para inventar uma boa justificativa para sua covardia. Depois da vaia do Maracanã (que deixou o presidente tristinho, coitado), ele precisava de algum motivo muito bom para não viajar a São Paulo e ao Sul do Brasil (ocasiões nas quais, inevitavelmente, acabaria confrontado pela população). E achou um bom motivo. De fato, esse presidente não enxerga um palmo à frente do nariz.
O presidente Lula é um grande covarde. De marca maior. Antes mesmo do acidente, já havia anunciado que não iria ao encerramento do Pan. O governo disse que não era por causa da vaia na abertura. Mas também não disse qual era, então, o motivo. É que não tem motivo. O presidente é um covarde imbecil.
Quantos meses de crise aérea nós temos? E quem foi demitido nesse tempo todo? Os responsáveis pela Anac e pela Infraero continuam lá. O ministro da Defesa continua lá. A ministra do Turismo continua lá depois do "relaxa e goza", e o da Fazenda também, depois do "isso é conseqüência da prosperidade do país". Ninguém pagou pela própria incompetência - esse, sim, podem relaxar e gozar, porque sabem que continuarão com seus cargos, não importa as burradas que cometam.
Para um petista, tudo que dá errado no governo Lula é sempre culpa dos outros: do piloto, dos americanos, do FMI, da herança maldita, dos sargentos insubordinados... e a petralhada (expressão que empresto do Reinaldo Azevedo, um dos poucos lugares onde posso ler análises equilibradas não só do acidente, mas de todo esse descalabro que é o governo petista) começa o abafa: estão dizendo que pode ter sido qualquer coisa, menos a pista-sabão reaberta antes do fim das reformas; já repararam que até agora não sabemos o nome da mente brilhante que determinou a reabertura da pista? Tentaram até fazer a gente acreditar que o piloto tocou a pista depois da área adequada, quando os dados mostram o contrário. Esse é o governo da mentira.
A vaia ao presidente no Pan foi um momento em que me senti de alma lavada. Mas pelo jeito não foi suficiente. O que eu realmente gostaria? Que, quando o presidente for fazer a tal cirurgia de terçol, seja atendido por um médico parente ou amigo de algum dos passageiros do Airbus da TAM. Aí quem sabe se fará alguma justiça nesse país.
Enquanto isso, Lula cancelou os compromissos. Vai operar um olho, é a versão oficial. Pelo jeito, foi pra isso que o presidente convocou reunião do "gabinete de crise" ontem à noite - para inventar uma boa justificativa para sua covardia. Depois da vaia do Maracanã (que deixou o presidente tristinho, coitado), ele precisava de algum motivo muito bom para não viajar a São Paulo e ao Sul do Brasil (ocasiões nas quais, inevitavelmente, acabaria confrontado pela população). E achou um bom motivo. De fato, esse presidente não enxerga um palmo à frente do nariz.
O presidente Lula é um grande covarde. De marca maior. Antes mesmo do acidente, já havia anunciado que não iria ao encerramento do Pan. O governo disse que não era por causa da vaia na abertura. Mas também não disse qual era, então, o motivo. É que não tem motivo. O presidente é um covarde imbecil.
Quantos meses de crise aérea nós temos? E quem foi demitido nesse tempo todo? Os responsáveis pela Anac e pela Infraero continuam lá. O ministro da Defesa continua lá. A ministra do Turismo continua lá depois do "relaxa e goza", e o da Fazenda também, depois do "isso é conseqüência da prosperidade do país". Ninguém pagou pela própria incompetência - esse, sim, podem relaxar e gozar, porque sabem que continuarão com seus cargos, não importa as burradas que cometam.
Para um petista, tudo que dá errado no governo Lula é sempre culpa dos outros: do piloto, dos americanos, do FMI, da herança maldita, dos sargentos insubordinados... e a petralhada (expressão que empresto do Reinaldo Azevedo, um dos poucos lugares onde posso ler análises equilibradas não só do acidente, mas de todo esse descalabro que é o governo petista) começa o abafa: estão dizendo que pode ter sido qualquer coisa, menos a pista-sabão reaberta antes do fim das reformas; já repararam que até agora não sabemos o nome da mente brilhante que determinou a reabertura da pista? Tentaram até fazer a gente acreditar que o piloto tocou a pista depois da área adequada, quando os dados mostram o contrário. Esse é o governo da mentira.
A vaia ao presidente no Pan foi um momento em que me senti de alma lavada. Mas pelo jeito não foi suficiente. O que eu realmente gostaria? Que, quando o presidente for fazer a tal cirurgia de terçol, seja atendido por um médico parente ou amigo de algum dos passageiros do Airbus da TAM. Aí quem sabe se fará alguma justiça nesse país.
26 de junho de 2007
Pra não dizer que não falei de scrap
Hoje eu li algumas notícias e acho que chegou a hora de soltar os cachorros.
O governo quer implantar censura prévia na televisão (ontem o tal Romão, do Ministério da Justiça, foi ao Roda Viva tentar justificar a censura - é a notícia que me leva a publicar esse post). Quando eu digo que estamos lentamente caminhando pra uma ditadura petista, ninguém acredita. O governo alega que está tentando preservar as criancinhas da pornografia e da violência (e com isso consegue seduzir umas ONGs), mas, falando sério: você realmente acha que esse governo se preocupa com as criancinhas? O mesmo governo que quer encher as escolas com máquina de camisinha? O mesmo governo que publicou uma cartilha para os adolescentes relatarem suas "ficadas" e sabe mais Deus o quê? O mesmo governo que quer legalizar o aborto? Que nada. O governo quer a censura (disfarçada de "controle ético") para poder pressionar os canais de televisão. Esperem e verão.
O pai de um dos moleques que espancaram a empregada doméstica está indignado, coitado. Diz que não tem culpa e que o filho não merece ficar preso junto com outros bandidos, porque "ele tem caráter". Faça-me o favor... que tipo de caráter é esse? E, se a educação recebida em casa não é tudo (porque gente que recebe educação muito boa dos pais não está isento de virar criminoso), ela influencia muito. Aposto a minha Honey Bee que a maioria desses imbecis recebeu uma "educação" relaxada em casa, do tipo que não está nem aí para o que o filho faz ou com quem anda. Aposto que os pais "ensinaram" a esses moleques que, no fim das contas, como eles têm dinheiro, estão acima de tudo e todos - isso eu concluo do que o próprio pai do delinqüente falou. Pelo contrário, o pai da empregada doméstica deu um show de lucidez. O único lado bom desse episódio todo é mostrar para os sociólogos de botequim que não existe ligação entre pobreza e criminalidade - o sujeito não é crimonoso por ser pobre, é criminoso porque é mau-caráter.
Agora que os guevarinhas saíram da reitoria da USP, constatou-se o óbvio: o vandalismo dentro do prédio, inclusive com depredação de equipamento. Eu me formei em jornalismo na USP, e tenho vergonha de ver que estudantes de Comunicação estavam no grosso das "forças de ocupação". A diferença é que, quando eu estava lá, eu acredito ter aproveitado muito bem a chance, adquiri o máximo de conhecimento que pude, freqüentei disciplinas optativas, e agora devolvo isso à sociedade, ainda que não seja a paulista, que sustenta a USP. E essa molecada, em vez de estar estudando e aproveitando uma chance que pouquíssima gente tem, fica invadindo reitoria e gritando palavras de ordem ressuscitadas por algum dinossauro socialista.
(Editado em 28/6): Nos últimos dias a imprensa noticiou aquilo que eu já imaginava: sumiu coisa da reitoria da USP. E não foi pouca coisa não. Computador, pen-drive, tudo isso os guevarinhas levaram. Se a polícia tiver um mínimo de inteligência, vai procurar no DCE da USP, ou nos diretórios paulistanos do PSTU, PCO e dinossaurices semelhantes. Agora, quem aposta comigo que, apesar do vandalismo e do roubo, nenhum aluno ou servidor da USP será punido? Afinal de contas, nunca na história desse país foi possível aprontar tanto e sair impune. Se vale para deputados federais, senadores, assessores especiais, sem-terra, traficantes e outros, por que não valeria para universitários?
É nessas horas que dá pra fazer um paralelo: corrupção em altas esferas do governo é coisa de quem não dá a mínima para os recursos públicos - aquilo que pertence a mim, a você, a todos nós. Esses guevarinhas invasores da reitoria são os futuros mensaleiros e sanguessugas da nação. Hoje podem estar no PCO e roubar um pen-drive, mas aos poucos irão migrando para partidos e posições onde puderem roubar mais. É muito simples.
Os ministros do Lula e até o vice-presidente instalaram um concurso para ver quem dizia mais bobagem sobre a crise aérea. O José Alencar pede a "nossa ajuda". Quer o que, que eu vá pra frente do radar? O Mantega diz que é o preço da prosperidade (queria saber como ele explica o fato de os aviões levatarem vôo em países muito mais prósperos que o Brasil). A Marta manda relaxar e gozar, não é demitida por causa disso e começa a viajar de avião da FAB para evitar constrangimentos caso tivesse que enfrentar um saguão de aeroporto cheio de gente que estaria fazendo de tudo, menos relaxando e gozando. Quer dizer que a ministra precisa ser protegida da população? Eu achei que era o povo que tinha que ser protegido desses ministros... e aí vem o Lula, num ataque de hipocrisia, "mandando" o coitado do brigadeiro Saito "fazer o que fosse necessário para manter a disciplina militar"... que eu me lembre, foi o próprio Lula que estimulou o desrespeito à hierarquia no fim de março, quando os controladores fizeram greve, o comandante ia lá prender os sargentos amotinados e foi desautorizado pelo presidente...
(Editado em 28/6) Como eu pude esquecer do Lamarca? Você, scrapper nascida na década de 80, talvez nem saiba quem é Lamarca, a não ser que tenha visto o filme com o Paulo Betti. Carlos Lamarca foi um terrorista de esquerda morto na década de 70 pelo Exército. Era capitão e desertou do quartel levando muita munição para a Vanguarda Popular Revolucionária, um grupo de guevarões que, graças a Deus, não conseguiu o que pretendia (transformar o Brasil numa ditadura comunista). Pois bem, o governo decidiu dar à viúva e aos filhos do Lamarca uma indenização de 300 mil reais por causa do tempo que eles precisaram passar em Cuba (aliás, enquanto a família estava lá, Lamarca se divertia com a Iara Iavelberg). Tem mais: Lamarca foi postumamente promovido a coronel do Exército (vá lá, isso não foi coisa da Comissão de Anistia, e sim da Justiça Federal em 2006), e por isso a família vai receber todo mês o soldo equivalente à patente imediatamente superior, a de general-de-brigada. Uns 12 mil por mês. Peraí: como assim promover o homem a coronel? Ele não desertou? Teoricamente quem deserta não é mais membro da força que abandona... agora, a cereja no sorvete: a família de Lamarca vai ganhar 12 mil por mês (sem precisar pagar imposto). Sabem quanto ganha por mês a família do soldado Mario Kozel Filho (morto quando um outro grupo terrorista encheu um carro de explosivos e jogou contra um quartel paulistano)? Um salário mínimo... e será que as famílias daqueles que Lamarca matou (o guarda civil Orlando Pinto da Silva, o tenente da PM Alberto Mendes Junior e o agente da PF Hélio Carvalho de Araújo) estão recebendo alguma coisa?
Na boa - se alguém me oferecer uma chance de ir pra Europa, pros Estados Unidos ou pro Canadá, estou topando. Além de lá não haver presidentes limitados intelectualmente, o material de scrap é mais barato.
(Editado em 28/6): Nos últimos dias a imprensa noticiou aquilo que eu já imaginava: sumiu coisa da reitoria da USP. E não foi pouca coisa não. Computador, pen-drive, tudo isso os guevarinhas levaram. Se a polícia tiver um mínimo de inteligência, vai procurar no DCE da USP, ou nos diretórios paulistanos do PSTU, PCO e dinossaurices semelhantes. Agora, quem aposta comigo que, apesar do vandalismo e do roubo, nenhum aluno ou servidor da USP será punido? Afinal de contas, nunca na história desse país foi possível aprontar tanto e sair impune. Se vale para deputados federais, senadores, assessores especiais, sem-terra, traficantes e outros, por que não valeria para universitários?
É nessas horas que dá pra fazer um paralelo: corrupção em altas esferas do governo é coisa de quem não dá a mínima para os recursos públicos - aquilo que pertence a mim, a você, a todos nós. Esses guevarinhas invasores da reitoria são os futuros mensaleiros e sanguessugas da nação. Hoje podem estar no PCO e roubar um pen-drive, mas aos poucos irão migrando para partidos e posições onde puderem roubar mais. É muito simples.
(Editado em 28/6)
Na boa - se alguém me oferecer uma chance de ir pra Europa, pros Estados Unidos ou pro Canadá, estou topando. Além de lá não haver presidentes limitados intelectualmente, o material de scrap é mais barato.
21 de junho de 2007
Botando trabalho em dia
A Esther tinha me tagged (eu acho tão engraçados esses mistos de português e inglês como o típico "me add aí" do Orkut)... são 7 hábitos/fatos sobre minha vida.
1. Modéstia à parte, eu presenteio muito bem - a Cristina que o diga. Gosto de fazer surpresas, então obviamente não gostei de, no Natal, dar a ela o par de tênis que ela queria, ou quando ela quer saber quanto eu vou gastar no presente. Mas não costumo dar coisas úteis, como roupas. Normalmente são itens de diversão ou inutilidades...
2. Adoro meu trabalho. Eu particularmente vejo o jornalismo como um modo de levar a verdade às pessoas, e não só ficar naquela insossa apresentação de duas versões sobre um fato e o leitor que se lasque para saber qual a verdade por trás das versões.
3. Isso é uma vergonha, mas depois que o despertador do celular toca de manhã eu quase sempre programo o bichinho de novo, pra poder dormir mais uns 10 ou 15 minutos.
4. Sou chegado em uma discussão... especialmente em comunidades do Orkut. Normalmente eu não desisto fácil (só paro quando a outra pessoa desiste; ou se torna repetitiva, mencionando de novo os mesmos argumentos já rebatidos; ou parte pro ataque pessoal), e sou muito, mas muito sarcástico quando quero.
5. Tenho muitos hobbies e nunca me dedico suficientemente a nenhum deles, a ponto de largar coisas por vários anos (fiquei quase 1 ano e meio sem jogar futebol de botão, e não monto um avião da 1.ª Guerra Mundial desde que me mudei pra Curitiba).
6. Adoro aprender idiomas. Falo inglês e italiano fluentemente. Entendo espanhol escrito e falado. Sei palavrinhas básicas em esloveno, alemão, finlandês, tcheco, polonês e francês. E fiz dois semestres de latim na faculdade!
7. Muitos dos livros da minha estante eu ainda não li. Compro porque acho interessante, porque está na promoção, mas sempre aparece outra coisa na frente.
OK, resolvido.
Agora, a Lilian Pacheco me disse que o Google sabe do que eu preciso. Fui verificar.
Márcio precisa de uma caixa com um 1 e um 2 dentro
(acho que é pra jogar general)
Márcio precisa dar uns esporros
(em quem? Mas dar esporro não é bem o meu perfil)
Márcio precisa portar autorização escrita, assinada pelos dois pais da criança e com firmas reconhecidas em cartório.
(bom, realmente estou precisando de um documento novo, mas é a carta de motorista que venceu)
Marcio precisa saber dessa criatura.
(ok, então conta!)
Márcio precisa se aprimorar e não pode só ficar aqui, treinando do mesmo jeito sempre.
(isso me parece um conselho para usar no futebol de botão)
OK, vou recolher esses conselhos e ver como usá-los na minha vida.
1. Modéstia à parte, eu presenteio muito bem - a Cristina que o diga. Gosto de fazer surpresas, então obviamente não gostei de, no Natal, dar a ela o par de tênis que ela queria, ou quando ela quer saber quanto eu vou gastar no presente. Mas não costumo dar coisas úteis, como roupas. Normalmente são itens de diversão ou inutilidades...
2. Adoro meu trabalho. Eu particularmente vejo o jornalismo como um modo de levar a verdade às pessoas, e não só ficar naquela insossa apresentação de duas versões sobre um fato e o leitor que se lasque para saber qual a verdade por trás das versões.
3. Isso é uma vergonha, mas depois que o despertador do celular toca de manhã eu quase sempre programo o bichinho de novo, pra poder dormir mais uns 10 ou 15 minutos.
4. Sou chegado em uma discussão... especialmente em comunidades do Orkut. Normalmente eu não desisto fácil (só paro quando a outra pessoa desiste; ou se torna repetitiva, mencionando de novo os mesmos argumentos já rebatidos; ou parte pro ataque pessoal), e sou muito, mas muito sarcástico quando quero.
5. Tenho muitos hobbies e nunca me dedico suficientemente a nenhum deles, a ponto de largar coisas por vários anos (fiquei quase 1 ano e meio sem jogar futebol de botão, e não monto um avião da 1.ª Guerra Mundial desde que me mudei pra Curitiba).
6. Adoro aprender idiomas. Falo inglês e italiano fluentemente. Entendo espanhol escrito e falado. Sei palavrinhas básicas em esloveno, alemão, finlandês, tcheco, polonês e francês. E fiz dois semestres de latim na faculdade!
7. Muitos dos livros da minha estante eu ainda não li. Compro porque acho interessante, porque está na promoção, mas sempre aparece outra coisa na frente.
OK, resolvido.
Agora, a Lilian Pacheco me disse que o Google sabe do que eu preciso. Fui verificar.
Márcio precisa de uma caixa com um 1 e um 2 dentro
(acho que é pra jogar general)
Márcio precisa dar uns esporros
(em quem? Mas dar esporro não é bem o meu perfil)
Márcio precisa portar autorização escrita, assinada pelos dois pais da criança e com firmas reconhecidas em cartório.
(bom, realmente estou precisando de um documento novo, mas é a carta de motorista que venceu)
Marcio precisa saber dessa criatura.
(ok, então conta!)
Márcio precisa se aprimorar e não pode só ficar aqui, treinando do mesmo jeito sempre.
(isso me parece um conselho para usar no futebol de botão)
OK, vou recolher esses conselhos e ver como usá-los na minha vida.
19 de junho de 2007
Novo projetinho - bem modesto e de longo prazo
Bom, outro dia na Chris & Cris eu vi isso aqui embaixo: um passaportezinho da EK:

É um livrinho mesmo, quase do tamanho de um passaporte padrão, com umas 16 páginas.
Gostei e comprei dois, um verde e um meio marrom, meio vermelho. Um deles (acho que o verde) servirá para um projetinho simples, mas interessante: registrar a minha candidatura a voluntário para os Jogos Olímpicos de Inverno em 2010 (Vancouver, Canadá). Tem bastante espaço, dá para fazer várias micro-páginas com coisas do tipo levantamento de recursos, contagem das milhas necessárias pra conseguir a passagem de graça, e mais pra frente informações sobre o processo de voluntariado propriamente dito (ainda não abriram inscrições).
Por enquanto o passaportezinho ficará solto por aí no meio das minhas coisas. Não sei se era essa a intenção de quem o inventou, já que a embalagem diz que ele pode enfeitar projetos. Tudo bem - quando eu voltar da olimpíada, poderei colar o passaportezinho no futuro álbum olímpico II (credo, eu nem terminei o de 2006 e já estou pensando no de 2010...).
É um livrinho mesmo, quase do tamanho de um passaporte padrão, com umas 16 páginas.
Gostei e comprei dois, um verde e um meio marrom, meio vermelho. Um deles (acho que o verde) servirá para um projetinho simples, mas interessante: registrar a minha candidatura a voluntário para os Jogos Olímpicos de Inverno em 2010 (Vancouver, Canadá). Tem bastante espaço, dá para fazer várias micro-páginas com coisas do tipo levantamento de recursos, contagem das milhas necessárias pra conseguir a passagem de graça, e mais pra frente informações sobre o processo de voluntariado propriamente dito (ainda não abriram inscrições).
Por enquanto o passaportezinho ficará solto por aí no meio das minhas coisas. Não sei se era essa a intenção de quem o inventou, já que a embalagem diz que ele pode enfeitar projetos. Tudo bem - quando eu voltar da olimpíada, poderei colar o passaportezinho no futuro álbum olímpico II (credo, eu nem terminei o de 2006 e já estou pensando no de 2010...).
18 de junho de 2007
Agora sim, posso voltar a escrever!
Caros (e bem poucos) leitores e leitoras,
sim, eu sumi do blog, mas tem explicação. Desde o meio de abril eu comecei a trabalhar freneticamente num projeto de scrap que não podia vazar - nem no blog, nem no Scrapbook Brasil: o álbum da Cristina.
Basicamente é um álbum que conta nosso primeiro ano de namoro. Comprei um álbum com 20 envelopes plásticos, o que dava para 40 páginas. No fim, o álbum ficou com 38, mais a capa. O projeto nasceu um pouco depois que começamos a namorar, mas eu ia fazendo as páginas em um ritmo muito, mas muito lento - ou seja, sobrou muita coisa pra ser feita depois que voltei das nossas férias de março/abril. E lá fui eu; o cronograma previa que eu desse o álbum de presente no nosso aniversário de namoro, em 27 de maio, mas não deu tempo de terminar; então adiei a entrega pro dia dos namorados, quer dizer, para o dia 15, já que 12 caiu numa terça e estávamos longe, eu em Curitiba, ela em Blumenau. Para vocês terem uma idéia, os últimos retoques no álbum foram feitos na tarde do dia 15 mesmo! E ainda tem uma ou outra coisinha que vou querer aperfeiçoar.
Então está explicado: como a minha atividade de scrap nessas semanas se resumiu ao álbum da Cristina, claro que eu não podia colocar aqui nenhuma novidade de scrap... do contrário ela poderia ficar sabendo!
Ah, sim: o álbum ficou lindo, na minha modesta opinião! Algumas páginas em especial são meu orgulho... ou pelo visual, ou pelo journaling, ou por outros lances de criatividade - porque técnica mesmo, não tem nada de especial, de mais diferente só tem um shaker box gigante, o resto é papel, cola e fitas adesivas. E muito ilhós, para meu desespero - ilhoses não são meus amigos, por mais que eu tente, nunca consigo fazer o papel vegetal (ou transparência) ficar esticadinho...
Já ouço o coro: "queremos ver!" - vocês verão sim, mas ainda vai demorar uma semaninha. A explicação? Veja abaixo:
Câmera digital, a novela: update
Então, lembram que eu estava procurando uma boa câmera digital? Lembram daquelas opções que coloquei no blog? Pois é, não levei nenhuma delas. Quem venceu a concorrência foi a sugestão da Erica Alem, a Sony DSC-H2.

Cheguei a essa conclusão depois de visitar sites de fotografia que eu recomendo a todo mundo que esteja procurando uma câmera digital: o Steve's Digicams, o DPReview, e o DigiForum. Os dois primeiros são sites de reviews: análises das câmeras. Basicamente, os caras pegam a câmera e tiram foto em todas as circunstâncias possíveis (de perto, de longe, com muita luz, com pouca luz etc.) e publicam os resultados. O terceiro é um grande fórum brasileiro de fotografia (mas o Steve's e o DPReview também têm fórum). Outra fonte valiosa foi o Socó, um dos fotógrafos aqui da Gazeta do Povo.
Depois da decisão, a aquisição... tentei, tentei mas não consegui ninguém que me trouxesse a câmera dos Estados Unidos. Aí resolvi me conformar com os preços locais. Morando no Paraná, o Paraguai virou uma opção. Os preços eram bons, mas o problema era de confiança mesmo: e se a máquina fosse recondicionada? E a garantia? E a nota fiscal? Também tinha duas ofertas de câmeras usadas aqui no Brasil, de pessoas confiáveis. Mas no fim acabei levando em conta que tenho restituição do Imposto de Renda e decidi pela opção mais cara: comprar numa loja brasileira estabelecida. Pago mais, mas tenho um ano de garantia da própria Sony, nota fiscal, tudo direitinho. Pode ser um gasto desnecessário? Talvez, mas como é a minha primeira digital, melhor estar coberto e errar por excesso de cautela - uma precaução que aprendi com meu pai.
Bom, os cartões de memória, pilhas extras, tripé e bolsa já estão em casa. Só falta a câmera, que comprei na BeePhoto - a loja é boa, só falhou ao não me avisar imediatamente que a máquina não estava no estoque e só chegaria dois dias depois. Mandaram na sexta, será que terei uma surpresa ao chegar em casa hoje?
sim, eu sumi do blog, mas tem explicação. Desde o meio de abril eu comecei a trabalhar freneticamente num projeto de scrap que não podia vazar - nem no blog, nem no Scrapbook Brasil: o álbum da Cristina.
Basicamente é um álbum que conta nosso primeiro ano de namoro. Comprei um álbum com 20 envelopes plásticos, o que dava para 40 páginas. No fim, o álbum ficou com 38, mais a capa. O projeto nasceu um pouco depois que começamos a namorar, mas eu ia fazendo as páginas em um ritmo muito, mas muito lento - ou seja, sobrou muita coisa pra ser feita depois que voltei das nossas férias de março/abril. E lá fui eu; o cronograma previa que eu desse o álbum de presente no nosso aniversário de namoro, em 27 de maio, mas não deu tempo de terminar; então adiei a entrega pro dia dos namorados, quer dizer, para o dia 15, já que 12 caiu numa terça e estávamos longe, eu em Curitiba, ela em Blumenau. Para vocês terem uma idéia, os últimos retoques no álbum foram feitos na tarde do dia 15 mesmo! E ainda tem uma ou outra coisinha que vou querer aperfeiçoar.
Então está explicado: como a minha atividade de scrap nessas semanas se resumiu ao álbum da Cristina, claro que eu não podia colocar aqui nenhuma novidade de scrap... do contrário ela poderia ficar sabendo!
Ah, sim: o álbum ficou lindo, na minha modesta opinião! Algumas páginas em especial são meu orgulho... ou pelo visual, ou pelo journaling, ou por outros lances de criatividade - porque técnica mesmo, não tem nada de especial, de mais diferente só tem um shaker box gigante, o resto é papel, cola e fitas adesivas. E muito ilhós, para meu desespero - ilhoses não são meus amigos, por mais que eu tente, nunca consigo fazer o papel vegetal (ou transparência) ficar esticadinho...
Já ouço o coro: "queremos ver!" - vocês verão sim, mas ainda vai demorar uma semaninha. A explicação? Veja abaixo:
Câmera digital, a novela: update
Então, lembram que eu estava procurando uma boa câmera digital? Lembram daquelas opções que coloquei no blog? Pois é, não levei nenhuma delas. Quem venceu a concorrência foi a sugestão da Erica Alem, a Sony DSC-H2.
Cheguei a essa conclusão depois de visitar sites de fotografia que eu recomendo a todo mundo que esteja procurando uma câmera digital: o Steve's Digicams, o DPReview, e o DigiForum. Os dois primeiros são sites de reviews: análises das câmeras. Basicamente, os caras pegam a câmera e tiram foto em todas as circunstâncias possíveis (de perto, de longe, com muita luz, com pouca luz etc.) e publicam os resultados. O terceiro é um grande fórum brasileiro de fotografia (mas o Steve's e o DPReview também têm fórum). Outra fonte valiosa foi o Socó, um dos fotógrafos aqui da Gazeta do Povo.
Depois da decisão, a aquisição... tentei, tentei mas não consegui ninguém que me trouxesse a câmera dos Estados Unidos. Aí resolvi me conformar com os preços locais. Morando no Paraná, o Paraguai virou uma opção. Os preços eram bons, mas o problema era de confiança mesmo: e se a máquina fosse recondicionada? E a garantia? E a nota fiscal? Também tinha duas ofertas de câmeras usadas aqui no Brasil, de pessoas confiáveis. Mas no fim acabei levando em conta que tenho restituição do Imposto de Renda e decidi pela opção mais cara: comprar numa loja brasileira estabelecida. Pago mais, mas tenho um ano de garantia da própria Sony, nota fiscal, tudo direitinho. Pode ser um gasto desnecessário? Talvez, mas como é a minha primeira digital, melhor estar coberto e errar por excesso de cautela - uma precaução que aprendi com meu pai.
Bom, os cartões de memória, pilhas extras, tripé e bolsa já estão em casa. Só falta a câmera, que comprei na BeePhoto - a loja é boa, só falhou ao não me avisar imediatamente que a máquina não estava no estoque e só chegaria dois dias depois. Mandaram na sexta, será que terei uma surpresa ao chegar em casa hoje?
18 de abril de 2007
Eu quero uma câmera digital...
... mas não qualquer uma.
Eu sei que a câmera analógica ainda tem uma definição que câmera digital nenhuma no mundo consegue ter. Então qual o problema com a minha boa e velha Yashica FX-3 Super, que Papai Noel me trouxe em 97 e na qual eu investi um bom dinheiro com objetivas? É que a coisa chegou ao seguinte ponto: eu tiro muuuita foto. Fotos com a Cristina, festinhas, parentes e amigos, passeios e tal. Muita foto = muito filme e muita revelação = $$$. E aí tem fotos que eu quero usar em scrap. Mas no 10x15 não vai dar, tem que ser maior ou menor para o que eu quero na página. E então tenho que fazer cópias. Muitas cópias = $$$. Fora o desperdício com as fotos que não ficam boas (o que ocorreu muito em Turim).
Ou seja, é fundamentalmente uma questão de economia - se for contar só o que gastei de filme e revelação da olimpíada ano passado, já dá o preço que eu quero gastar na câmera digital.
E quanto à resolução, bom, eu não vou imprimir pôsteres de 2 metros por 3 com as minhas fotos. Não preciso de zilhões de megapixels, embora as pessoas se sintam atraídas por esse número. Na verdade, o número que me chama a atenção é outro, o do zoom ótico.
E é aí que eu volto ao que disse acima, não pode ser qualquer máquina digital. Minha analógica tem duas objetivas, que me dão um total de 28mm a 210mm de distância focal (se eu lembro direito das aulas da faculdade, é distância focal). Nem morto eu ia me contentar com uma digital que não me desse pelo menos o zoom que eu tenho na minha boa e velha analógica.
A candidata a minha digital também tem que me deixar fazer tudo o que eu faço com a analógica, e isso significa ajeitar manualmente luz, velocidade, foco, essas coisas que permitem fotos mais "artísticas" (não que eu faça muitas dessas). Mas ao mesmo tempo ela precisa ter a opção do automático. Um problema da minha analógica, que é totalmente manual, é que... só eu sei mexer nela, então eu quase nunca apareço nas minhas fotos, a não ser que eu programe tudo antes e só entregue pra outra pessoa apertar o botão (e olha que às vezes nem assim sai bom).
E, bom, eu não estou com essa bola toda, então estipulei um limite de preço também. Dentro dele, eu procurei e cheguei ao seguinte top 4 (nessa ordem):
1) Fuji FinePix S700 (10x de zoom ótico, 7 MPixels. Recomendação da Anapaula Rocha - ela diz que as Fuji são ótimas para fotografar esportes):

2) Kodak EasyShare Z612 (12x de zoom ótico, 6,1 MPixels):

3) Kodak EasyShare Z710 (10x de zoom ótico, 7 MPixels):

4) Konica Minolta Dimage Z5 (12x de zoom ótico, 5 MPixels - meu irmão tem uma Z1, que é muito boa):

Essas são minhas escolhas, mas dependo de alguém viajar ao exterior para me trazer uma. Algumas delas até são vendidas no Brasil - mas pelo triplo do preço lá de fora...
Se alguém tiver dicas de câmeras ou comentários sobre essas que eu listei, agradeço muuuito!
Eu sei que a câmera analógica ainda tem uma definição que câmera digital nenhuma no mundo consegue ter. Então qual o problema com a minha boa e velha Yashica FX-3 Super, que Papai Noel me trouxe em 97 e na qual eu investi um bom dinheiro com objetivas? É que a coisa chegou ao seguinte ponto: eu tiro muuuita foto. Fotos com a Cristina, festinhas, parentes e amigos, passeios e tal. Muita foto = muito filme e muita revelação = $$$. E aí tem fotos que eu quero usar em scrap. Mas no 10x15 não vai dar, tem que ser maior ou menor para o que eu quero na página. E então tenho que fazer cópias. Muitas cópias = $$$. Fora o desperdício com as fotos que não ficam boas (o que ocorreu muito em Turim).
Ou seja, é fundamentalmente uma questão de economia - se for contar só o que gastei de filme e revelação da olimpíada ano passado, já dá o preço que eu quero gastar na câmera digital.
E quanto à resolução, bom, eu não vou imprimir pôsteres de 2 metros por 3 com as minhas fotos. Não preciso de zilhões de megapixels, embora as pessoas se sintam atraídas por esse número. Na verdade, o número que me chama a atenção é outro, o do zoom ótico.
E é aí que eu volto ao que disse acima, não pode ser qualquer máquina digital. Minha analógica tem duas objetivas, que me dão um total de 28mm a 210mm de distância focal (se eu lembro direito das aulas da faculdade, é distância focal). Nem morto eu ia me contentar com uma digital que não me desse pelo menos o zoom que eu tenho na minha boa e velha analógica.
A candidata a minha digital também tem que me deixar fazer tudo o que eu faço com a analógica, e isso significa ajeitar manualmente luz, velocidade, foco, essas coisas que permitem fotos mais "artísticas" (não que eu faça muitas dessas). Mas ao mesmo tempo ela precisa ter a opção do automático. Um problema da minha analógica, que é totalmente manual, é que... só eu sei mexer nela, então eu quase nunca apareço nas minhas fotos, a não ser que eu programe tudo antes e só entregue pra outra pessoa apertar o botão (e olha que às vezes nem assim sai bom).
E, bom, eu não estou com essa bola toda, então estipulei um limite de preço também. Dentro dele, eu procurei e cheguei ao seguinte top 4 (nessa ordem):
1) Fuji FinePix S700 (10x de zoom ótico, 7 MPixels. Recomendação da Anapaula Rocha - ela diz que as Fuji são ótimas para fotografar esportes):
2) Kodak EasyShare Z612 (12x de zoom ótico, 6,1 MPixels):
3) Kodak EasyShare Z710 (10x de zoom ótico, 7 MPixels):
4) Konica Minolta Dimage Z5 (12x de zoom ótico, 5 MPixels - meu irmão tem uma Z1, que é muito boa):
Essas são minhas escolhas, mas dependo de alguém viajar ao exterior para me trazer uma. Algumas delas até são vendidas no Brasil - mas pelo triplo do preço lá de fora...
Se alguém tiver dicas de câmeras ou comentários sobre essas que eu listei, agradeço muuuito!
OK, de volta - antes tarde do que nunca
Férias, minha gente, férias. Fiquei mais de um mês longe de Curitiba, passeando pelo Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e com direito a duas semanas na casa dos meus pais no interior de São Paulo. E, o melhor de tudo, com a Cristina ao meu lado esse tempo todo!

Bom, nesse tempo todo nem deu pra pensar em scrap... com algumas exceções. Primeiro que tive que mandar o CJ da Ju Vilela (com um tema muito bom, mania de consumo), mas por causa dos preparativos e da viagem não deu tempo de colocar a minha página dupla. Não tem problema, quando terminar o álbum volta pra mim e eu completo - e, como há males que vêm pra Belém, esse adiamento foi interessante porque já sei exatamente como e com o que vou fazer esse LO.
E, falando em CJ, já tem o álbum da Kátia Cris aqui comigo, com o tema "Segredinhos de Scrap". Só estou quebrando a cabeça pra pensar no que vou fazer.
Também levei o álbum olímpico comigo para um tour de exibição, apesar de ter um monte de plástico vazio. Além da família e dos amigos, também tive a chance de mostrar as páginas em dois encontros que armamos pela internet. O primeiro foi em São José dos Campos, fomos a Cristina e eu, mais a Luciana Kajiura (que nos deu uma caixinha linda com chocolates!) e a Claudia Santana, dona da Vale do Papel, onde fizemos o encontro. Pena que a Dani Cretella não pôde aparecer.

(eu, Luciana e Claudia. A Cristina tirou a foto)
Também fizemos outro encontro, em São Paulo, na ScrapSampa (a maior loja de scrap onde já entrei), com a participação da Esther, da Carla Landi, da Cris Lopes e da Fernanda Bravo. Também foi divertido, embora rápido, e outras meninas não puderam aparecer por causa da loucura que está o trânsito de São Paulo. Além do mais, era dia de semana. Ainda não temos fotos.
Bom, como não pude ir à feira neste último fim de semana, e já sabia disso quando fizemos os encontros, abri um pouco a carteira e comprei algumas coisas, carimbo de alfabeto, carimbeira branca, uns alfabetos de EVA que servem pra scrap (EVA comum resseca, é o que dizem no SBB), e outras coisinhas de que não lembro agora.
E é isso, agora a vida volta ao normal e espero continuar trabalhando com calma nas minhas páginas.

Bom, nesse tempo todo nem deu pra pensar em scrap... com algumas exceções. Primeiro que tive que mandar o CJ da Ju Vilela (com um tema muito bom, mania de consumo), mas por causa dos preparativos e da viagem não deu tempo de colocar a minha página dupla. Não tem problema, quando terminar o álbum volta pra mim e eu completo - e, como há males que vêm pra Belém, esse adiamento foi interessante porque já sei exatamente como e com o que vou fazer esse LO.
E, falando em CJ, já tem o álbum da Kátia Cris aqui comigo, com o tema "Segredinhos de Scrap". Só estou quebrando a cabeça pra pensar no que vou fazer.
Também levei o álbum olímpico comigo para um tour de exibição, apesar de ter um monte de plástico vazio. Além da família e dos amigos, também tive a chance de mostrar as páginas em dois encontros que armamos pela internet. O primeiro foi em São José dos Campos, fomos a Cristina e eu, mais a Luciana Kajiura (que nos deu uma caixinha linda com chocolates!) e a Claudia Santana, dona da Vale do Papel, onde fizemos o encontro. Pena que a Dani Cretella não pôde aparecer.

(eu, Luciana e Claudia. A Cristina tirou a foto)
Também fizemos outro encontro, em São Paulo, na ScrapSampa (a maior loja de scrap onde já entrei), com a participação da Esther, da Carla Landi, da Cris Lopes e da Fernanda Bravo. Também foi divertido, embora rápido, e outras meninas não puderam aparecer por causa da loucura que está o trânsito de São Paulo. Além do mais, era dia de semana. Ainda não temos fotos.
Bom, como não pude ir à feira neste último fim de semana, e já sabia disso quando fizemos os encontros, abri um pouco a carteira e comprei algumas coisas, carimbo de alfabeto, carimbeira branca, uns alfabetos de EVA que servem pra scrap (EVA comum resseca, é o que dizem no SBB), e outras coisinhas de que não lembro agora.
E é isso, agora a vida volta ao normal e espero continuar trabalhando com calma nas minhas páginas.
20 de fevereiro de 2007
Mais circle journal
Bom, no meio dos preparativos para entrar de férias (woo-hoo!), de fechamentos de caderno Vestibular e viagens a Blumenau, não tenho tido muito tempo para scrap, mas fiz meu LO duplo no CJ da Luciana. O tema era coisas que são a minha cara, e na página da esquerda montei um tabuleiro de xadrez (na verdade, um detalhe dele com 6x6 casas - um tabuleiro tem 8x8). A posição, quer dizer, o detalhe dela, veio de uma variante da Defesa Francesa, que é o que eu jogo de pretas contra 1.e4 (se você não entende de xadrez, não tem problema, não faz muita diferença pra quem olha a página).
Imprimi peças em cardstock branco e colei algumas delas nas casas do tabuleiro, enquanto outras vêm com umas tirinhas onde eu escrevi coisas que são a minha cara. Essas foram apenas "colocadas" nas casas, as tirinhas ficam escondidas por trás do tabuleiro, e você puxa a peça para ler o que está escrito. Mas tem que puxar com cuidado porque as tirinhas não foram feitas para sair da página (se saíssem seria quase impossível colocar de volta).
Do outro lado foi a foto. Fiz em casa, com o tabuleiro magnético que tenho na geladeira. Mas não gostei, ficaram um pouco escuras. Ou terá sido a revelação da Ticcolor (costumo levar na Ibiza do Estação)?
Como de hábito não tenho fotos pra mostrar, espero que a Lizete fotografe.
Imprimi peças em cardstock branco e colei algumas delas nas casas do tabuleiro, enquanto outras vêm com umas tirinhas onde eu escrevi coisas que são a minha cara. Essas foram apenas "colocadas" nas casas, as tirinhas ficam escondidas por trás do tabuleiro, e você puxa a peça para ler o que está escrito. Mas tem que puxar com cuidado porque as tirinhas não foram feitas para sair da página (se saíssem seria quase impossível colocar de volta).
Do outro lado foi a foto. Fiz em casa, com o tabuleiro magnético que tenho na geladeira. Mas não gostei, ficaram um pouco escuras. Ou terá sido a revelação da Ticcolor (costumo levar na Ibiza do Estação)?
Como de hábito não tenho fotos pra mostrar, espero que a Lizete fotografe.
4 de fevereiro de 2007
Mais uma página olímpica pronta (versão 2)
(repetição de um post que eu criei em 26 de janeiro. Mas alguma ferramenta de spam deixou comentário e eu não consegui apagar, então deletei o post, ativei a moderação de comentários no Blogger e copiei o texto para esta mensagem)
Ontem fui com a Tineke à Scraperia e comprei papel vegetal, que estava em falta em casa. Assim pude escrever o journaling de mais uma página olímpica, chamada Chegadas e Partidas. Mais uma que está pronta!
Quanto à página do Agostino, sim, eu precisava de vegetal, mas não era só isso: ainda preciso terminar de pintar um chipboard (aliás, vou fazer isso assim que terminar esse post) e fazer umas coisinhas, inclusive testando uma técnica que a Cacau Waller ensinou no ScrapbookBrasil, o alfabeto cristal. Espero sinceramente que funcione...
Ontem fui com a Tineke à Scraperia e comprei papel vegetal, que estava em falta em casa. Assim pude escrever o journaling de mais uma página olímpica, chamada Chegadas e Partidas. Mais uma que está pronta!
Quanto à página do Agostino, sim, eu precisava de vegetal, mas não era só isso: ainda preciso terminar de pintar um chipboard (aliás, vou fazer isso assim que terminar esse post) e fazer umas coisinhas, inclusive testando uma técnica que a Cacau Waller ensinou no ScrapbookBrasil, o alfabeto cristal. Espero sinceramente que funcione...
23 de janeiro de 2007
Procura-se: papel vegetal
Meu papel vegetal branco acabou, e só preciso dele para terminar duas páginas olímpicas. Ainda bem que quinta vou com a Tineke à Scraperia, ela quer começar o álbum da formatura e vou dar uma assessoria. Aproveito para repor o estoque de vegetal.
12 de janeiro de 2007
Calma, eu não sumi
Só houve um acúmulo de coisas pra fazer. Festas de fim de ano, uma revisão de uma revista acadêmica, uma série de matérias sobre vestibular...
Recebi algum material de scrap nesses dias - ilhós da Artevia, muito bons, comprei de várias cores. Vão servir para algumas coisas que eu tenho em curso, especialmente a página do Agostino, que tá nos finalmentes, só falta eu achar papel vegetal branco para o journaling. É essa que tem uma experiência com chipboards, que na minha opinião ficaram muito bons.
Ontem terminei a minha página dupla no CJ da Telma. O tema, como eu já expliquei, é "carpe diem", ou seja, um dia bem vivido. Usei um papel que eu já tinha e que exprime bem a minha idéia, que foi mostrar como a rotina não é uma coisa ruim, muito pelo contrário. Fiz umas coisas na impressora, produzi uma foto (ou seja, não usei algo que eu já tinha, foi uma foto feita especialmente pensando no CJ), e pronto, saiu. Ficou bem simples, se comparar com o que a Telma já tinha feito, mas o meu estilo, se é que tenho um, é assim mesmo.
Antes disso, preparei uma surpresinha para a Cristina, uma página para os nossos 7 meses de namoro, comemorados em 27 de dezembro. Usei um papel da My Clipart Corner com definições de dicionário, chipboards (acho que são da Carla Landi, mas não achei as fotos no blog dela), e um negócio que já está virando marca registrada, título cortado no cardstock e colado com fita banana. Nesse caso, deu um trabalhão. Queria uma frase do Vinicius ("A vida é a arte do encontro"), mas em uma linha só deixaria as letras muito pequenas: cortar e colar ficaria ainda mais complicado. Aumentei um pouco a letra, deixei em duas linhas, ainda assim ficou um pouco pequeno e a fita banana deu trabalho para cortar em pedacinhos. Mas ficou bonito, coloquei numa moldura daquelas para páginas de scrap e agora o quadrinho está no quarto da Cristina.
(Editado no dia 15) O outro projetinho, que eu não podia contar até hoje, foi um cartão de aniversário para a minha menina, que sopra velinhas nessa segunda-feira. Amo você, Cristina!
Recebi algum material de scrap nesses dias - ilhós da Artevia, muito bons, comprei de várias cores. Vão servir para algumas coisas que eu tenho em curso, especialmente a página do Agostino, que tá nos finalmentes, só falta eu achar papel vegetal branco para o journaling. É essa que tem uma experiência com chipboards, que na minha opinião ficaram muito bons.
Ontem terminei a minha página dupla no CJ da Telma. O tema, como eu já expliquei, é "carpe diem", ou seja, um dia bem vivido. Usei um papel que eu já tinha e que exprime bem a minha idéia, que foi mostrar como a rotina não é uma coisa ruim, muito pelo contrário. Fiz umas coisas na impressora, produzi uma foto (ou seja, não usei algo que eu já tinha, foi uma foto feita especialmente pensando no CJ), e pronto, saiu. Ficou bem simples, se comparar com o que a Telma já tinha feito, mas o meu estilo, se é que tenho um, é assim mesmo.
Antes disso, preparei uma surpresinha para a Cristina, uma página para os nossos 7 meses de namoro, comemorados em 27 de dezembro. Usei um papel da My Clipart Corner com definições de dicionário, chipboards (acho que são da Carla Landi, mas não achei as fotos no blog dela), e um negócio que já está virando marca registrada, título cortado no cardstock e colado com fita banana. Nesse caso, deu um trabalhão. Queria uma frase do Vinicius ("A vida é a arte do encontro"), mas em uma linha só deixaria as letras muito pequenas: cortar e colar ficaria ainda mais complicado. Aumentei um pouco a letra, deixei em duas linhas, ainda assim ficou um pouco pequeno e a fita banana deu trabalho para cortar em pedacinhos. Mas ficou bonito, coloquei numa moldura daquelas para páginas de scrap e agora o quadrinho está no quarto da Cristina.
(Editado no dia 15) O outro projetinho, que eu não podia contar até hoje, foi um cartão de aniversário para a minha menina, que sopra velinhas nessa segunda-feira. Amo você, Cristina!
23 de dezembro de 2006
Mais CJ - agora, o meu LO duplo
No CJ eu peço para cada pessoa contar histórias de coisas/hábitos que soariam impensáveis há algum tempo. Pode ser meses, pode ser anos... eu resolvi contar dois episódios, ambos ligados à Cristina.
O papel de base é diferente de uma página pra outra (comprei ambos no Ebay - o de piso de salão de dança é da Karen Foster). Como temos que fazer um LO duplo, e não simplesmente duas páginas uma do lado da outra, precisava de elementos que juntassem as duas. Aí volta o nosso amigo papel de cortiça (ainda bem que tem aquelas "molduras" de "madeira" nos cantos), e também o título que eu coloquei na parte de baixo das páginas e corre de uma pra outra. Lá vai:



Finalizando, no momento estou com o CJ da Telma. Totalmente diferente do meu em relação a estilo, cheio de enfeites, coisinhas penduradas, flores e fitas. Muito bonito, e dá até medo de mexer muito porque a gente acha que vai acabar tirando alguma coisa do lugar, e tá tudo tão perfeitamente colocado que tirar do lugar vai ser um desastre. O tema é "carpe diem", precisamos contar como é o nosso tempo bem aproveitado.
O papel de base é diferente de uma página pra outra (comprei ambos no Ebay - o de piso de salão de dança é da Karen Foster). Como temos que fazer um LO duplo, e não simplesmente duas páginas uma do lado da outra, precisava de elementos que juntassem as duas. Aí volta o nosso amigo papel de cortiça (ainda bem que tem aquelas "molduras" de "madeira" nos cantos), e também o título que eu coloquei na parte de baixo das páginas e corre de uma pra outra. Lá vai:



Finalizando, no momento estou com o CJ da Telma. Totalmente diferente do meu em relação a estilo, cheio de enfeites, coisinhas penduradas, flores e fitas. Muito bonito, e dá até medo de mexer muito porque a gente acha que vai acabar tirando alguma coisa do lugar, e tá tudo tão perfeitamente colocado que tirar do lugar vai ser um desastre. O tema é "carpe diem", precisamos contar como é o nosso tempo bem aproveitado.
Enfim, o CJ
Bom, seguem agora as fotos do meu Circle Journal, que a essa hora está descansando na casa da Lizete. A história dele, inclusive o tema, está contada mais abaixo, é só rolar a página para ler (aproveite e veja as páginas olímpicas mais uma vez).
Esta é a capa, bem simplezinha. Encapei com um papel chamado Ric Rac (esqueci a marca), a fonte do título é RabbitEars, inclusive a interrogação gigante. Também tem chipboard (são os chicboards da Carla Landi, por acaso?):


Pelas regras, os CJ precisam ter apresentação e instruções. Como eu não tinha muito a dizer nas instruções, juntei tudo em uma página só. Esse papel de cortiça vai reaparecer no CJ mais pra frente, e as bailarinas dão a impressão de que os recados estão "pregados" na cortiça:

O CJ também tem uma página final (que não estava prevista nas regras, mas eu resolvi colocar). É como se fossem os créditos do álbum:

No próximo post, as páginas que eu fiz sobre o tema que eu mesmo escolhi.
Esta é a capa, bem simplezinha. Encapei com um papel chamado Ric Rac (esqueci a marca), a fonte do título é RabbitEars, inclusive a interrogação gigante. Também tem chipboard (são os chicboards da Carla Landi, por acaso?):


Pelas regras, os CJ precisam ter apresentação e instruções. Como eu não tinha muito a dizer nas instruções, juntei tudo em uma página só. Esse papel de cortiça vai reaparecer no CJ mais pra frente, e as bailarinas dão a impressão de que os recados estão "pregados" na cortiça:

O CJ também tem uma página final (que não estava prevista nas regras, mas eu resolvi colocar). É como se fossem os créditos do álbum:

No próximo post, as páginas que eu fiz sobre o tema que eu mesmo escolhi.
22 de dezembro de 2006
Andam falando de mim!
E parece que bem.
Soube por comentários neste blog que criaram um tópico sobre esse que vos escreve no fórum Scrapdiary. Até tentei fazer minha inscrição para ver o que andam dizendo, mas dava erro quando eu terminava de preencher o formulário. De qualquer maneira, não sei se desaponto as meninas de lá, mas vale a regra do TwoPeas: infelizmente não tenho muito tempo para acompanhar de perto dois fóruns de scrap, já tenho vários outros afazeres online.
Bom, então se alguém quiser ser bacana e copiar e colar o tópico pra mim, agradeço. Eu sei que a Déia e a Carol Assad escrevem lá, mas ainda não sei quem foi que começou a coisa toda :-)
Soube por comentários neste blog que criaram um tópico sobre esse que vos escreve no fórum Scrapdiary. Até tentei fazer minha inscrição para ver o que andam dizendo, mas dava erro quando eu terminava de preencher o formulário. De qualquer maneira, não sei se desaponto as meninas de lá, mas vale a regra do TwoPeas: infelizmente não tenho muito tempo para acompanhar de perto dois fóruns de scrap, já tenho vários outros afazeres online.
Bom, então se alguém quiser ser bacana e copiar e colar o tópico pra mim, agradeço. Eu sei que a Déia e a Carol Assad escrevem lá, mas ainda não sei quem foi que começou a coisa toda :-)
17 de dezembro de 2006
As últimas do álbum olímpico (por enquanto)
Que coisa, ter que mostrar tudo em pedacinhos. Mas lá vão outras duas páginas.
Esta página abaixo tem um dos títulos mais criativos que eu já fiz, modéstia à parte. Demorou um pouco pra eu chegar a esta configuração, com a fonte Troubled Genius em azul impressa na transparência, e a placa, como se fosse uma daquelas de estrada, impressa no cardstock branco. O mapa estava no site oficial da olimpíada. Os pré-cortados são da Repeteco, WKF1 e DOM1 eram os códigos das linhas de ônibus que podíamos pegar para ir de Oulx a Sestriere. E o cara no ônibus é o Henrique (o fundo da foto não estava bom, então recortei só a cara dele e as poltronas). Lá vai:

Se a página anterior tinha um título criativo, nessa eu acho que mandei bem no journaling. Como a página era sobre nossos hábitos gastronômicos durante o trabalho, nada como escrever dentro de um cardápio... a capa e as cantoneiras são de cardstock. O chef eu achei na internet, imprimi e cortei. E essa página é uma das primeiras em que eu consegui colocar algum papel genuinamente olímpico - no caso, o vale-refeição:

E por enquanto é só. Algumas dessas páginas podem ser vistas com mais detalhes (como o "cardápio" aberto) na minha galeria do ScrapbookBrasil. O link tá aí do lado.
Esta página abaixo tem um dos títulos mais criativos que eu já fiz, modéstia à parte. Demorou um pouco pra eu chegar a esta configuração, com a fonte Troubled Genius em azul impressa na transparência, e a placa, como se fosse uma daquelas de estrada, impressa no cardstock branco. O mapa estava no site oficial da olimpíada. Os pré-cortados são da Repeteco, WKF1 e DOM1 eram os códigos das linhas de ônibus que podíamos pegar para ir de Oulx a Sestriere. E o cara no ônibus é o Henrique (o fundo da foto não estava bom, então recortei só a cara dele e as poltronas). Lá vai:

Se a página anterior tinha um título criativo, nessa eu acho que mandei bem no journaling. Como a página era sobre nossos hábitos gastronômicos durante o trabalho, nada como escrever dentro de um cardápio... a capa e as cantoneiras são de cardstock. O chef eu achei na internet, imprimi e cortei. E essa página é uma das primeiras em que eu consegui colocar algum papel genuinamente olímpico - no caso, o vale-refeição:

E por enquanto é só. Algumas dessas páginas podem ser vistas com mais detalhes (como o "cardápio" aberto) na minha galeria do ScrapbookBrasil. O link tá aí do lado.
Mais do álbum olímpico
Agora, vamos para as páginas da parte 3, "Lavoro", sobre minha atividade como voluntário.
A primeira a ficar pronta é bem basiquinha, dedicada ao local onde mais trabalhei durante os Jogos, o Palazzetto:

A próxima página dupla foi uma das primeiras que eu inventei para o álbum olímpico, quando ainda não tinha nem o papel cinza, nem algumas das fotos que ia usar. Quando finalmente tive tudo em mãos, de novo o problema da pizza. Muita foto, muita coisa pra contar, pouco espaço. Resultado: fotos menores do que eu gostaria, mas mesmo assim não estragou o resultado final.
Outro problema veio no fim. Como fazer a ligação entre os relojinhos e as fotos? Não queria uma linha lisa de cardstock. Uma professora da Scraperia sugeriu setinhas e eu gostei da idéia. Foi assim que eu aproveitei um tempinho usando as ferramentas da loja e mandei ver num furador de coraçõezinhos mais estreitinhos, não os corações normais. Depois foi só aparar uns cantos e transformá-los nessas cunhas que vocês vão ver.
Detalhe para as letrinhas douradas que formam o título, mais discreto. A página ficou com cara de infográfico de jornal, até por causa desse pormenor, já que nossos infos na Gazeta nunca têm títulos em letras garrafais:



Acho que o Blogger tem restrição a muitas imagens num único post. Daqui a pouco continuo.
A primeira a ficar pronta é bem basiquinha, dedicada ao local onde mais trabalhei durante os Jogos, o Palazzetto:

A próxima página dupla foi uma das primeiras que eu inventei para o álbum olímpico, quando ainda não tinha nem o papel cinza, nem algumas das fotos que ia usar. Quando finalmente tive tudo em mãos, de novo o problema da pizza. Muita foto, muita coisa pra contar, pouco espaço. Resultado: fotos menores do que eu gostaria, mas mesmo assim não estragou o resultado final.
Outro problema veio no fim. Como fazer a ligação entre os relojinhos e as fotos? Não queria uma linha lisa de cardstock. Uma professora da Scraperia sugeriu setinhas e eu gostei da idéia. Foi assim que eu aproveitei um tempinho usando as ferramentas da loja e mandei ver num furador de coraçõezinhos mais estreitinhos, não os corações normais. Depois foi só aparar uns cantos e transformá-los nessas cunhas que vocês vão ver.
Detalhe para as letrinhas douradas que formam o título, mais discreto. A página ficou com cara de infográfico de jornal, até por causa desse pormenor, já que nossos infos na Gazeta nunca têm títulos em letras garrafais:



Acho que o Blogger tem restrição a muitas imagens num único post. Daqui a pouco continuo.
O álbum olímpico: o que já está pronto
Bom, chega de deixar os (poucos) leitores esperando. Vou postar aqui as páginas prontas até agora do álbum olímpico.
Primeiro, as duas páginas prontas até agora da parte 2, Gli Amici, dedicada aos amigos voluntários que fiz antes e durante os Jogos.
A abertura dessa parte é essa página a seguir. É bem simples, journaling com papel vegetal, só o computador é adesivo Feito à Mão, o "E" eu recortei no papel branco e colei em cima:

A página imediatamente seguinte é sobre as nossas pizzadas. Sempre que dava tempo a gente saía para comer. Essa página foi um desafio antes mesmo de nascer, na hora de planejar o sketch. Como colocar tanta foto junta numa página só? Elas acabaram em tamanhos menores do que eu gostaria (6x9 e 7x10), mas ficaram boas mesmo assim para quem vê o álbum pessoalmente. No meio de tanta foto, para destacar a principal com a Cristina (não a minha Cristina), coloquei essa moldura amarela.
Com a página já praticamente pronta, surgiu outro problema: como associar as fotos às datas que estavam no journaling? Pensei em algumas alternativas mas ia descartando, até que lembrei da minha cartelinha de números cristal da Toke e Crie. O resultado é esse aí:

Logo mais, ou amanhã, as páginas da parte 3, sobre meu trabalho.
Primeiro, as duas páginas prontas até agora da parte 2, Gli Amici, dedicada aos amigos voluntários que fiz antes e durante os Jogos.
A abertura dessa parte é essa página a seguir. É bem simples, journaling com papel vegetal, só o computador é adesivo Feito à Mão, o "E" eu recortei no papel branco e colei em cima:

A página imediatamente seguinte é sobre as nossas pizzadas. Sempre que dava tempo a gente saía para comer. Essa página foi um desafio antes mesmo de nascer, na hora de planejar o sketch. Como colocar tanta foto junta numa página só? Elas acabaram em tamanhos menores do que eu gostaria (6x9 e 7x10), mas ficaram boas mesmo assim para quem vê o álbum pessoalmente. No meio de tanta foto, para destacar a principal com a Cristina (não a minha Cristina), coloquei essa moldura amarela.
Com a página já praticamente pronta, surgiu outro problema: como associar as fotos às datas que estavam no journaling? Pensei em algumas alternativas mas ia descartando, até que lembrei da minha cartelinha de números cristal da Toke e Crie. O resultado é esse aí:

Logo mais, ou amanhã, as páginas da parte 3, sobre meu trabalho.
15 de dezembro de 2006
OK, eu aderi
Depois da sugestão de uma das professoras da Scraperia, resolvi dar visibilidade internacional ao meu trabalho (não que eu vá me tornar uma celebridade do scrap mundial, claro). Fiz um cadastro no Two Peas in a Bucket e comecei a colocar páginas na galeria (procurem por MarcioCampos). Já vieram uns elogios, é verdade. Mas não pretendo participar do fórum... já escrevo no ScrapbookBrasil, em comunidades de Orkut, fóruns de voluntários olímpicos, de hóquei... mais um fórum ia entortar de vez minha cabeça.
CJ praticamente pronto!
Só falta eu colar as coisinhas que bolei para a página de assinaturas (digo "coisinhas" porque não vou entregar o ouro antes do mini-álbum chegar às mãos das meninas, certo?), e aí fica tudo pronto para o envio. Só falta providenciar a caixa, com plástico bolha e papel pardo para embalar. E saber para quem eu vou mandar...
Também aproveitei a semana para finalizar algumas páginas do álbum olímpico, hoje cedo estive na Scraperia para usar ferramentas e dar um jeito de finalizar um LO duplo sobre nosso último dia de trabalho. Quando eu puder mostrar a página (será fotografada no fim de semana, não se preocupem) explico o que deu tanto trabalho.
Também aproveitei a semana para finalizar algumas páginas do álbum olímpico, hoje cedo estive na Scraperia para usar ferramentas e dar um jeito de finalizar um LO duplo sobre nosso último dia de trabalho. Quando eu puder mostrar a página (será fotografada no fim de semana, não se preocupem) explico o que deu tanto trabalho.
11 de dezembro de 2006
Algumas novidades
Ganhei material de scrap no amigo secreto da redação da Gazeta do Povo! A Marleth, que me tirou, sabe que eu faço scrap e comprou uma cartela de adesivos com palavras e uma outra com acessórios de jardim! Tem coisa que eu já sei onde usar, mas para tudo eu já estou pensando em possíveis utilidades.
A pintura dos chipboards segue a todo o vapor, a palavra toda deve estar pronta até quarta, e admito que o resultado está muito bom para uma primeira experiência. Decidi que também vou usar alguma coisa no circle journal. A Cristina viu as páginas do mini-álbum no fim de semana e gostou bastante, mas apontou um errinho no journaling, vou ter que refazer, mas isso não vai dar muito problema.
No fim de semana estarei na casa dos meus pais, e como meus irmãos têm máquina digital, esperem muitas fotos na semana que vem.
A pintura dos chipboards segue a todo o vapor, a palavra toda deve estar pronta até quarta, e admito que o resultado está muito bom para uma primeira experiência. Decidi que também vou usar alguma coisa no circle journal. A Cristina viu as páginas do mini-álbum no fim de semana e gostou bastante, mas apontou um errinho no journaling, vou ter que refazer, mas isso não vai dar muito problema.
No fim de semana estarei na casa dos meus pais, e como meus irmãos têm máquina digital, esperem muitas fotos na semana que vem.
8 de dezembro de 2006
Mania de chipboard
Hoje comprei uns potinhos de tinha acrílica e pincéis para pintar chipboards. Nunca mexi com isso antes, mas já tenho dois alfabetos inteiros em casa prontos para ser usados, além daquelas três letronas V, M e C que comprei antes na Scraperia para duas páginas olímpicas. O último alfabeto chegou essa semana, um da Making Memories que comprei da Carol Assad. São letras grandes e bonitas, perfeitas pra fazer capitular de títulos, seja com o positivo ou com o negativo (escrever o título todo eu já não garanto, por causa do tamanho das letras).
Na verdade, já tenho um uso em mente para o outro alfabeto, que tem letras um pouco menores. O bom é que é uma página que posso fazer rapidamente, não dependo de fotos que ainda não chegaram, só depende de eu aprender a pintar direito essas letras para ficar bonito. Acho que vou pegar umas dicas com a Renata Moni - eu achei muito bacana o jeito como ela usa os chipboards nos títulos das páginas dela.
Na verdade, já tenho um uso em mente para o outro alfabeto, que tem letras um pouco menores. O bom é que é uma página que posso fazer rapidamente, não dependo de fotos que ainda não chegaram, só depende de eu aprender a pintar direito essas letras para ficar bonito. Acho que vou pegar umas dicas com a Renata Moni - eu achei muito bacana o jeito como ela usa os chipboards nos títulos das páginas dela.
5 de dezembro de 2006
O circle journal decola...
... mas o vôo é turbulento.
A semana tem sido insana... desde o dia 1.°, quando houve nova prova de primeira fase da UFPR, até o dia 11, quando acaba a segunda fase, vai ser assim, e isso afetou o cronograma do meu circle journal - e, conseqüentemente, o das meninas.
A página dupla sobre o tema que eu escolhi está praticamente pronta. Só faltam mesmo as fotos e umas bailarinas. O problema é que só isso está em andamento. Capa, página de introdução, instruções, página de assinaturas, nada disso está nem nos começos. Só na minha cabeça tem uma coisa ou outra. E aí foi inevitável pedir o adiamento. Era pra todo mundo enviar os álbuns no dia 11, vai ficar pro dia 18.
E descobri uma coisa: quando a gente acostuma com o 30,5x30,5 vira um desafio tentar colocar todo o conteúdo que você imagina numa página 15x15. O journaling, por exemplo, teve de ser feito na impressora, embora eu goste muito de escrever à mão. Mas acontece que o espaço era pouco e a letra ia ficar pequena demais. No computador dá pra fazer com letra menor e ainda ficar bem legível.
A semana tem sido insana... desde o dia 1.°, quando houve nova prova de primeira fase da UFPR, até o dia 11, quando acaba a segunda fase, vai ser assim, e isso afetou o cronograma do meu circle journal - e, conseqüentemente, o das meninas.
A página dupla sobre o tema que eu escolhi está praticamente pronta. Só faltam mesmo as fotos e umas bailarinas. O problema é que só isso está em andamento. Capa, página de introdução, instruções, página de assinaturas, nada disso está nem nos começos. Só na minha cabeça tem uma coisa ou outra. E aí foi inevitável pedir o adiamento. Era pra todo mundo enviar os álbuns no dia 11, vai ficar pro dia 18.
E descobri uma coisa: quando a gente acostuma com o 30,5x30,5 vira um desafio tentar colocar todo o conteúdo que você imagina numa página 15x15. O journaling, por exemplo, teve de ser feito na impressora, embora eu goste muito de escrever à mão. Mas acontece que o espaço era pouco e a letra ia ficar pequena demais. No computador dá pra fazer com letra menor e ainda ficar bem legível.
29 de novembro de 2006
Novo projeto - um circle journal
Arrumei mais sarna pra me coçar :-) o ScrapbookBrasil organiza grupos de circle journals - são álbuns com um assunto definido que passam de mão em mão, e cada scrapper cria páginas relacionadas ao tema. O resultado é uma tremenda miscelânea de estilos, já que cada um faz scrap de um jeito diferente. Normalmente esses grupos têm 6 ou 7 pessoas, com datas definidas de envio, regras para a confecção do álbuns e tal.
Como a Rhonda precisou sair por motivos alheios a scrap (força, menina!), a Anna Thereza, organizadora de um dos grupos, me convidou, e lá fui eu. Assim, quem vai decorar o meu álbum são a Lizete, a Kátia Cris, a Luciana Girardi, a Telma Camargo e a Ju Vilela. E eu vou fazer páginas nos álbuns delas também.
Como eu disse, cada álbum tem um tema definido, e o meu é "Quem diria!" - a idéia é mostrar coisas, hábitos, situações, comportamentos que a gente tem ou vive hoje, mas que se alguém dissesse, sei lá, há um ano, ou dez anos, que a gente estaria nessa atualmente, não acreditaríamos. Eu já sei o que vou contar no álbum, mas não vou revelar aqui pra não tirar a surpresa de quem vai decorar as outras páginas. Mas a Cristina sabe...
O desafio maior agora é fazer o álbum - sim, fazer, porque não vem pronto. E não tenho todo o material em casa (falta o papelão da capa e as argolas), portanto terei de voltar às lojas em breve. Dicas serão muito bem-vindas!
Como a Rhonda precisou sair por motivos alheios a scrap (força, menina!), a Anna Thereza, organizadora de um dos grupos, me convidou, e lá fui eu. Assim, quem vai decorar o meu álbum são a Lizete, a Kátia Cris, a Luciana Girardi, a Telma Camargo e a Ju Vilela. E eu vou fazer páginas nos álbuns delas também.
Como eu disse, cada álbum tem um tema definido, e o meu é "Quem diria!" - a idéia é mostrar coisas, hábitos, situações, comportamentos que a gente tem ou vive hoje, mas que se alguém dissesse, sei lá, há um ano, ou dez anos, que a gente estaria nessa atualmente, não acreditaríamos. Eu já sei o que vou contar no álbum, mas não vou revelar aqui pra não tirar a surpresa de quem vai decorar as outras páginas. Mas a Cristina sabe...
O desafio maior agora é fazer o álbum - sim, fazer, porque não vem pronto. E não tenho todo o material em casa (falta o papelão da capa e as argolas), portanto terei de voltar às lojas em breve. Dicas serão muito bem-vindas!
28 de novembro de 2006
Álbum olímpico - a identidade visual
Continuando a explicação do que vai ser o álbum olímpico, decidi que cada uma das quatro partes deveria ter uma identidade visual própria - no caso, o papel de fundo. As diversas páginas dentro de uma parte podem ter títulos feitos de formas diferentes, journaling escrito de um jeito em cada página, mas o fundo fica igual, mostrando que todas aquelas páginas pertencem à mesma parte do meu álbum.
Para a primeira parte, sobre os Jogos Olímpicos de Inverno, não achei nenhum papel que refletisse a idéia de Jogos Olímpicos, então procurei algo sobre inverno. Foi assim que cheguei ao Snowflakes da Hot Off the Press:

Ainda nessa parte, eu pretendo fazer quase todos os títulos com uma fonte chamada Krystal (achei no dafont)
Para as duas partes seguintes, sobre amigos e trabalho, o fundo pronto não existe, eu tive que inventar. A inspiração foi o nosso uniforme de voluntário:

Na foto, a Polly está usando a blusa e eu, a jaquetona do nosso uniforme de voluntário, e foi baseado nessas peças que eu resolvi fazer o fundo das páginas para cada parte.
Na seção dos amigos, eu usei cardstock vermelho, laranja, branco e dois tons de amarelo para criar um desenho semelhante ao lado da frente da blusa. Esse desenho vai só nas páginas do lado direito do álbum - as do lado esquerdo serão cardstock vermelho liso, representando as costas da blusa. Infelizmente não tenho agora como mostrar um fundo de página já preparado, mas sem fotos por cima.
Na seção do trabalho, imitei a jaqueta. O maior obstáculo, na verdade, foi achar cardstock cinza escuro. Demorou, mas as lojas de Curitiba passaram a receber o Dark Heritage Grey da coleção Color Mates (tá lá no fim da lista - raios, agora que achei o site com o catálogo de cores estou sofrendo um ataque de impulso consumista. Espero que passe logo). Hoje mesmo terminei de abastecer meu estoque lá na Chris & Cris e agora tenho o suficiente para toda a seção sobre o trabalho.
Vocês devem estar vendo uns detalhes em vermelho e amarelo na manga da jaquetona. Também estou imitando com cardstock, e aí apareceu outro problema. Na jaqueta, a divisão entre o cinza e o colorido é feita por uma espécie de canudinho cinza claro que reflete a luz. Eu queria reproduzir o efeito 3D da coisa (querer que brilhe no escuro também é demais...) evitando usar uma faixinha de cardstock cinza claro, que deixaria tudo muito chatinho (em todos os sentidos). Ainda bem que achei uma coisinha, tipo um cordão... comprei bastante, agora eu corto no tamanho de que preciso, queimo as pontas (dica que as meninas no ScrapbookBrasil me passaram) e fica perfeito, muito parecido mesmo com a jaqueta! Mas também não tenho imagens para mostrar agora.
Na quarta parte, sobre a viagem à Itália, o papel de base vai ser o World Map, da Sandylion:

E, finalmente, para começar o álbum tem o Travel East, da Hot Off the Press:

e, encerrando o álbum, o Travel West:

Em poucas palavras :-), essa é a identidade visual do álbum olímpico!
Para a primeira parte, sobre os Jogos Olímpicos de Inverno, não achei nenhum papel que refletisse a idéia de Jogos Olímpicos, então procurei algo sobre inverno. Foi assim que cheguei ao Snowflakes da Hot Off the Press:
Ainda nessa parte, eu pretendo fazer quase todos os títulos com uma fonte chamada Krystal (achei no dafont)
Para as duas partes seguintes, sobre amigos e trabalho, o fundo pronto não existe, eu tive que inventar. A inspiração foi o nosso uniforme de voluntário:

Na foto, a Polly está usando a blusa e eu, a jaquetona do nosso uniforme de voluntário, e foi baseado nessas peças que eu resolvi fazer o fundo das páginas para cada parte.
Na seção dos amigos, eu usei cardstock vermelho, laranja, branco e dois tons de amarelo para criar um desenho semelhante ao lado da frente da blusa. Esse desenho vai só nas páginas do lado direito do álbum - as do lado esquerdo serão cardstock vermelho liso, representando as costas da blusa. Infelizmente não tenho agora como mostrar um fundo de página já preparado, mas sem fotos por cima.
Na seção do trabalho, imitei a jaqueta. O maior obstáculo, na verdade, foi achar cardstock cinza escuro. Demorou, mas as lojas de Curitiba passaram a receber o Dark Heritage Grey da coleção Color Mates (tá lá no fim da lista - raios, agora que achei o site com o catálogo de cores estou sofrendo um ataque de impulso consumista. Espero que passe logo). Hoje mesmo terminei de abastecer meu estoque lá na Chris & Cris e agora tenho o suficiente para toda a seção sobre o trabalho.
Vocês devem estar vendo uns detalhes em vermelho e amarelo na manga da jaquetona. Também estou imitando com cardstock, e aí apareceu outro problema. Na jaqueta, a divisão entre o cinza e o colorido é feita por uma espécie de canudinho cinza claro que reflete a luz. Eu queria reproduzir o efeito 3D da coisa (querer que brilhe no escuro também é demais...) evitando usar uma faixinha de cardstock cinza claro, que deixaria tudo muito chatinho (em todos os sentidos). Ainda bem que achei uma coisinha, tipo um cordão... comprei bastante, agora eu corto no tamanho de que preciso, queimo as pontas (dica que as meninas no ScrapbookBrasil me passaram) e fica perfeito, muito parecido mesmo com a jaqueta! Mas também não tenho imagens para mostrar agora.
Na quarta parte, sobre a viagem à Itália, o papel de base vai ser o World Map, da Sandylion:
E, finalmente, para começar o álbum tem o Travel East, da Hot Off the Press:
e, encerrando o álbum, o Travel West:
Em poucas palavras :-), essa é a identidade visual do álbum olímpico!
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